segunda-feira, 16 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Ontem comi chocolate e acabou que o Mitch não dormiu nada essa noite, passamos a noite em claro, eu fazendo massagem nele pra baixo e pra cima desesperada. Então procurei saber mais sobre colicas e dores de barriga nos bebês e vim postar aqui pra ajudar as novas mães tb.


O QUE É A CÓLICA?
TRATAMENTO CONVENCIONAL
DIRETRIZES ALIMENTARES
SUPLEMENTOS NUTRICIONAIS
TRATAMENTO FITOTERÁPICO
HOMEOPATIA
RECOMENDAÇÕES GERAIS
PREVENÇÃO
O QUE CAUSA A CÓLICA?
O QUE É A CÓLICA?
A cólica tem sido definida como um longo período de choro vigoroso que persiste apesar de todos os esforços de consolo. O termo em si vem da palavra grega referente ao intestino grosso, refletindo a crença de que a fonte do desconforto é um problema digestivo.
A maioria dos bebês passa por períodos em que parecem anormalmente nervosos ou choram por nenhuma razão aparente. A cólica é mais comum durante os três ou quatro primeiros meses de vida. Pode começar nas três primeiras semanas após o nascimento e geralmente acaba perto dos três meses de idade. É raramente sentida por bebês com mais de seis meses de idade.
Durante os seis primeiros meses de vida, os bebês crescem a uma velocidade impressionante. Nessa época, o recém-nascido duplica o peso que tinha ao nascer. Devido à quantidade de alimento que precisam ingerir para sustentar esse crescimento, os bebês muitas vezes sofrem de indigestão e gases. Da mesma forma, o bebê pode engolir ar quando se alimenta ou durante uma ataque de choro prolongado. Engolir ar aumenta as dores por gases. Quando um bebê tem uma dor por gases, pode ser a pior dor que seu pequeno corpo já sentiu.
A diferença da cólica para os outros problemas é que, independente do que fizer, o choro não pára. Certas posturas corporais que ocorrem com um ataque de gases também podem ocorrer com a cólica. Por exemplo, seu bebê pode ter uma barriga tensa e distendida, com os joelhos encolhidos no peito, pulsos cerrados e mobilidade anormal de braços e pernas ou costas arqueadas.
Suspeite de uma verdadeira cólica quando seu bebê tiver ataques repentinos e sérios de choro alto que duram várias horas; se o choro ocorrer na mesma hora todos os dias, muita vezes à tarde ou à noite; se os episódios de choro acontecem repetidas vezes, começando de repente e terminando de forma abrupta; se seu bebê parece inconsolável e nada que fizer lhe traga conforto; se seu bebê parece zangado e se debate quando o segura no colo; e se parece não haver nenhuma explicação para esses repentes de choro.
Se seu bebê tiver cólica, os meses de choro e aflição aparentemente implacável do seu filho podem deixá-lo frustrado, ansioso, confuso, exausto, culpado e inadequado. Uma das principais preocupações ao lidar com um bebê com cólica, além de descobrir formas de confortá-lo, é confiar na sua capacidade de manter e criar um relacionamento amoroso com seu recém-nascido.
TRATAMENTO CONVENCIONAL
A simeticona é um composto que atua na superfície das bolhas de gás quebrando-as, aliviando conseqüentemente a dor e a pressão dos gases. Se grandes bolhas forem o principal problema, esse tratamento pode ser eficaz.A simeticona pode ser comprada sem receita médica na forma líquida, mas deve ser dada apenas se recomendada por um médico.
No caso de cólica constante, seu médico pode recomendar supositórios de glicerina para ajudar seu bebê a expulsar os gases ou fezes que causam seu desconforto.
Outros medicamentos, inclusive anti-flatulentos, sedativos e antiespasmódicos, são, às vezes, receitados para cólica e ocasionalmente oferecem alívio limitado, mas na maioria dos casos trazem pouco benefício. Além disso, podem ter graves efeitos colaterais. Peça ao seu médico para explicar todos os prós e os contras de qualquer remédio vendido com receita médica antes de dá-lo a um bebê com cólica.
DIRETRIZES ALIMENTARES
Se estiver amamentando e seu bebê tiver cólica, ele pode ser sensível a algo que você esteja comendo. Os agressores mais comuns são laticínios, chocolate, cafeína, melão, pepino, pimentão, frutas e sucos cítricos e alimentos condimentados. É bem provável que você mesma possa ter alergias desconhecidas a determinados alimentos. Para descobrir as alergias alimentares, tente seguir uma dieta de eliminação ou um rodízio alimentar. Seguir essas dietas pode parecer uma tarefa complicada, mas os resultados podem ser bastante animadores. Outra alternativa é manter um diário alimentar para ajudá-la a identificar correspondências entre os alimentos que ingere e os sintomas, tanto do bebê quanto seus. Se descobrir uma sensibilidade desconhecida da qual não tinha suspeitado, o simples fato de evitar o alimento provavelmente a fará se sentir melhor e também aliviará a cólica do seu bebê.
Se estiver amamentando um bebê com cólica, tente eliminar da sua dieta alimentos que produzam gás, inclusive couve-flor, brócolis, couve-de-bruxelas, pepino, pimentão verde e vermelho, cebola, favas e leguminosas. Outros alimentos na dieta da lactante que podem contribuir para a ocorrência de cólica incluem leite de vaca, banana, frutas silvestres, e qualquer coisa que contenha cafeína.
A lactante que amamenta um bebê com cólica deve minimizar a quantidade de alimentos crus na sua dieta. A dieta da lactante deve consistir em 70 a 80% de alimentos cozidos e apenas 20 a 30% de alimentos crus. Siga uma dieta simples.
Se seu bebê com cólica toma mamadeira, sua fórmula pode estar causando o problema. Pergunte ao seu médico se é aconselhável usar uma fórmula infantil diferente.
SUPLEMENTOS NUTRICIONAIS
O Lactobacillus acidophilus promove uma flora intestinal saudável, o que facilita a digestão e pode debelar a cólica. A lactante deve tomar ½ colher de chá, duas vezes ao dia. Dê ao seu bebê que toma mamadeira 1/8 colher de chá de pó de acidófilos, dissolvida na fórmula, duas vezes ao dia.
O Lactobacillus bifidus é outra bactéria benéfica que ajuda a melhorar a digestão. Alguns especialistas pensam que essa bactéria pode ser mais eficaz que o Lactobacillus acidophilus para bebês. A lactante deve tomar uma dose, duas vezes ao dia. Dê ao bebê que toma mamadeira 1/8 colher de chá de pó de acidófilos, dissolvida na fórmula, duas vezes ao dia.
TRATAMENTO FITOTERÁPICO
O chá de camomila é um calmante e relaxante conhecido. A lactante deve beber uma xícara, duas vezes ao dia. Dê ao bebê que toma mamadeira 1 colher de chá, três vezes ao dia, no leite ou na água, durante três ou quatro dias. Em seguida, diminua a dose para duas vezes ao dia.
O funcho também pode ser útil para aliviar a cólica. A lactante pode beber uma xícara de chá de funcho, três vezes ao dia. Ou dilua uma xícara de chá de funcho em duas xícaras de água e dê ao bebê 1 colher de chá, quatro vezes ao dia.
A lactante pode beber uma xícara de chá de gengibre, três vezes ao dia, para ajudar a aliviar a cólica do seu bebê.
O chá de hortelã-pimenta ajuda a acelerar o tempo de esvaziamento do estômago, melhora a digestão e atua como anti-flatulento. Dê ao seu filho 1 colher das de chá de chá de hortelã-pimenta, de quatro a cinco vezes ao dia.
Observação: Se estiver dando ao seu filho chá de hortelã-pimenta e um preparado homeopático, faça um intervalo de uma hora entre um e outro. Do contrário, o forte cheiro do hortelã-pimenta pode interferir na ação do remédio homeopático.
Tente dar ao seu bebê um chá de várias ervas. Pesquisadores israelenses administraram uma dose diária de cerca de ½ xícara de chá feito decamomila, alcaçuz, funcho, e erva cidreira a bebês com episódios de cólicas e descobriram que os sintomas diminuíram em mais da metade das crianças estudadas.
HOMEOPATIA
Como a maioria das fórmulas homeopáticas, os remédios relacionados são específicos para um determinado sintoma. Com base no seu conhecimento do seu bebê com cólica, escolha o remédio adequado.
Colocynthis e Magnesia phosphorica, dois relaxantes abdominais, são os remédios homeopáticos mais receitados para cólica. São eficazes principalmente quando usados conjuntamente. Dissolva uma dose de Colocynthis 6ch e uma dose de Magnésia phosphorica 6ch em um pouco de água mineral na temperatura ambiente. Encha todo um contra-gotas e esguiche-o totalmente na boca do seu bebê, três vezes ao dia, conforme necessário. Se a cólica do seu bebê não tiver diminuído após dois dias, pare de dar o remédio. Muito provavelmente, não surtirá qualquer efeito.
Carbo vegetabilis é um remédio homeopático para o bebê com cólica, que apresenta o rosto pálido e o abdomem superior distendido. Suas pernas podem estar frias dos pés aos joelhos. Esse bebê é agitado e chora mesmo quando amamentado ou alimentado, e arrota durante muito tempo após comer. Parece sentir-se melhor quando está no colo e pior quando colocado no berço. Dê a essa criança, Carbo vegetabilis 9ch, dissolvendo uma dose em 250 miligramas de água mineral e esguichando algumas gotas na sua boca, três vezes ao dia, durante dois dias ou até que os sintomas melhorem.
Se seu bebê tiver o rosto vermelho e quente, choro alto e irritado, mas parar de chorar por um breve período quando colocado no colo, dê-lhe Camomila9ch ou 15ch. Dissolva uma dose em 250 mililitros de água mineral e esguiche algumas gotas na sua boca, três vezes ao dia, durante dois dias ou até que os sintomas melhorem.
Existem fórmulas homeopáticas para cólica que podem oferecer alívio ao seu bebê. Siga as orientações sobre dosagem indicadas no rótulo do produto.
RECOMENDAÇÕES GERAIS
Se tiver um bebê com cólica, procure não ficar nervoso. O estresse e a tensão - tanto seus quanto do bebê - podem contribuir para a cólica e piorar o problema. Se sentir que sua frustração está fugindo de seu controle, converse com um profissional de saúde. Busque apoio emocional e terapia. No meio de um choro relacionado à cólica, experimente uma das seguintes sugestões. Alguns bebês reagem a algumas; alguns (infelizmente) não reagem a nenhuma.
Para ajudar a relaxar as câimbras musculares e acalmar seu bebê, coloque-o sobre seus joelhos ou contra seu peito com um saco de água morna entre você e a barriga do seu bebê.
Se seu bebê adorar água, experimente um banho morno e calmante.
Massageie a barriga do seu bebê com uma loção ou óleo sem álcool. Seguindo o caminho natural dos intestinos, esfregue suavemente do "canto" direito inferior do abdome até a parte inferior da caixa torácica, descendo para o "canto" esquerdo inferior; repita a operação.
Alguns bebês reagem quando são acariciados e ninados. Muitos bebês se acalmam quando você os coloca no colo e anda com eles.
Alguns bebês preferem a segurança de serem bem enrolados em um cobertor; alguns preferem cobertas soltas que permitam a livre movimentação. Tente descobrir o que seu bebê prefere.
Os bebês com sintoma nervoso sensível podem reagir melhor com a diminuição de estímulos externos. Experimente uma iluminação fraca, menos toques e uma atmosfera tranqüila.
Alguns bebês reagem à música calma e tranqüilizante; alguns a gravações de batimentos cardíacos; alguns a gravações dos sons com os quais conviveram nos nove meses de vida uterina, que incluem os batimentos cardíacos da mãe e o som constante do fluxo sangüíneo da mãe circulando no seu corpo. Curiosamente, o som da máquina de lavar roupa muitas vezes parece ter o mesmo efeito.
O movimento vigoroso distrai alguns bebês com cólica. Ouvir música animada e saltitar com o bebê no colo talvez não seja sua atividade predileta às 3 horas da manhã, mas sabe-se que tem surtido efeito.
Faça seu bebê "pedalar". Com o bebê deitado de costas no chão, movimente suavemente suas pernas, como se ele estivesse pedalando. Pratique esse exercício várias vezes, todos os dias. Esses movimentos passivos das pernas podem trazer conforto ao sistema digestivo do seu bebê.
Faça um curso de massagem infantil para aprender como a massagem ajuda o crescimento e desenvolvimento geral do seu bebê. Seu professor também pode lhe ensinar massagens e técnicas específicas para debelar a cólica.
PREVENÇÃO
Tome nota dos acessos de irritabilidade e choro do seu filho e procure um denominador comum. Veja se seu filho chora mais ou menos na mesma hora, todos os dias. Tente determinar se certos alimentos ou atividades levam ao choro. Se descobrir uma relação, elimine o alimento ou a atividade que considera a causa.
Crie um ambiente calmo enquanto alimenta seu bebê e aproveite esse momento junto com seu filho. Ouça músicas relaxantes. Certifique-se de que você e o bebê estão fisicamente confortáveis. Vista-se e ao seu bebê de forma que não sintam frio e estejam à vontade. Garanta que a fralda do seu bebê não esteja muito apertada.
Ao alimentar seu bebê, tente segurá-lo em uma posição ereta para que o ar fique acima do leite no seu estômago. Isso ajudará seu bebê a expulsar o ar quando arrotar.
Se estiver dando mamadeira ao seu bebê, verifique o tamanho do furo no bico. O leite deve pingar lentamente quando a mamadeira ficar de cabeça para baixo. Se o furo for muito pequeno ou muito grande, seu bebê pode ingerir muito ar enquanto estiver mamando.
Para controlar a quantidade de ar que o bebê engole enquanto mama, limite o tempo em que realmente mama a dez minutos. Após cerca de 50 mililitros de líquido, tente fazer com que seu bebê arrote (mas não fique desanimado se ele não arrotar).
No final de cada mamada completa, ponha seu bebê para arrotar durante dez minutos. Fique calmo. Alguns minutos a mais, agora, podem evitar um acesso de cólica mais tarde.
Se seu bebê não conseguir arrotar após cerca de dez a quinze minutos, coloque-o em uma posição ereta durante cerca de uma hora e tente novamente.
Se estiver amamentando seu bebê, elimine os alimentos relacionados na seção Diretrizes Alimentares, e investigue a possibilidade de alergia alimentares.
A lactante deve tomar um suplemento de Lactobacillus acidophilus ou bifidus. Se estiver dando mamadeira ao seu filho, administre o suplemento dissolvido no leite.
Tente evitar dar muita ou pouca comida ao seu bebê. Regurgitar o alimento após mamadas pode indicar superalimentação; choro ou sucção contínua após a mamada pode indicar subalimentação. Faça o que seu filho mandar. Se seu bebê estiver engordando e se desenvolvendo normalmente, você provavelmente estará no caminho certo.
TRATAMENTO CONVENCIONAL
DIRETRIZES ALIMENTARES
SUPLEMENTOS NUTRICIONAIS
TRATAMENTO FITOTERÁPICO
HOMEOPATIA
RECOMENDAÇÕES GERAIS
PREVENÇÃO
O QUE CAUSA A CÓLICA?
O QUE É A CÓLICA?
A cólica tem sido definida como um longo período de choro vigoroso que persiste apesar de todos os esforços de consolo. O termo em si vem da palavra grega referente ao intestino grosso, refletindo a crença de que a fonte do desconforto é um problema digestivo.
A maioria dos bebês passa por períodos em que parecem anormalmente nervosos ou choram por nenhuma razão aparente. A cólica é mais comum durante os três ou quatro primeiros meses de vida. Pode começar nas três primeiras semanas após o nascimento e geralmente acaba perto dos três meses de idade. É raramente sentida por bebês com mais de seis meses de idade.
Durante os seis primeiros meses de vida, os bebês crescem a uma velocidade impressionante. Nessa época, o recém-nascido duplica o peso que tinha ao nascer. Devido à quantidade de alimento que precisam ingerir para sustentar esse crescimento, os bebês muitas vezes sofrem de indigestão e gases. Da mesma forma, o bebê pode engolir ar quando se alimenta ou durante uma ataque de choro prolongado. Engolir ar aumenta as dores por gases. Quando um bebê tem uma dor por gases, pode ser a pior dor que seu pequeno corpo já sentiu.
A diferença da cólica para os outros problemas é que, independente do que fizer, o choro não pára. Certas posturas corporais que ocorrem com um ataque de gases também podem ocorrer com a cólica. Por exemplo, seu bebê pode ter uma barriga tensa e distendida, com os joelhos encolhidos no peito, pulsos cerrados e mobilidade anormal de braços e pernas ou costas arqueadas.
Suspeite de uma verdadeira cólica quando seu bebê tiver ataques repentinos e sérios de choro alto que duram várias horas; se o choro ocorrer na mesma hora todos os dias, muita vezes à tarde ou à noite; se os episódios de choro acontecem repetidas vezes, começando de repente e terminando de forma abrupta; se seu bebê parece inconsolável e nada que fizer lhe traga conforto; se seu bebê parece zangado e se debate quando o segura no colo; e se parece não haver nenhuma explicação para esses repentes de choro.
Se seu bebê tiver cólica, os meses de choro e aflição aparentemente implacável do seu filho podem deixá-lo frustrado, ansioso, confuso, exausto, culpado e inadequado. Uma das principais preocupações ao lidar com um bebê com cólica, além de descobrir formas de confortá-lo, é confiar na sua capacidade de manter e criar um relacionamento amoroso com seu recém-nascido.
TRATAMENTO CONVENCIONAL
A simeticona é um composto que atua na superfície das bolhas de gás quebrando-as, aliviando conseqüentemente a dor e a pressão dos gases. Se grandes bolhas forem o principal problema, esse tratamento pode ser eficaz.A simeticona pode ser comprada sem receita médica na forma líquida, mas deve ser dada apenas se recomendada por um médico.
No caso de cólica constante, seu médico pode recomendar supositórios de glicerina para ajudar seu bebê a expulsar os gases ou fezes que causam seu desconforto.
Outros medicamentos, inclusive anti-flatulentos, sedativos e antiespasmódicos, são, às vezes, receitados para cólica e ocasionalmente oferecem alívio limitado, mas na maioria dos casos trazem pouco benefício. Além disso, podem ter graves efeitos colaterais. Peça ao seu médico para explicar todos os prós e os contras de qualquer remédio vendido com receita médica antes de dá-lo a um bebê com cólica.
DIRETRIZES ALIMENTARES
Se estiver amamentando e seu bebê tiver cólica, ele pode ser sensível a algo que você esteja comendo. Os agressores mais comuns são laticínios, chocolate, cafeína, melão, pepino, pimentão, frutas e sucos cítricos e alimentos condimentados. É bem provável que você mesma possa ter alergias desconhecidas a determinados alimentos. Para descobrir as alergias alimentares, tente seguir uma dieta de eliminação ou um rodízio alimentar. Seguir essas dietas pode parecer uma tarefa complicada, mas os resultados podem ser bastante animadores. Outra alternativa é manter um diário alimentar para ajudá-la a identificar correspondências entre os alimentos que ingere e os sintomas, tanto do bebê quanto seus. Se descobrir uma sensibilidade desconhecida da qual não tinha suspeitado, o simples fato de evitar o alimento provavelmente a fará se sentir melhor e também aliviará a cólica do seu bebê.
Se estiver amamentando um bebê com cólica, tente eliminar da sua dieta alimentos que produzam gás, inclusive couve-flor, brócolis, couve-de-bruxelas, pepino, pimentão verde e vermelho, cebola, favas e leguminosas. Outros alimentos na dieta da lactante que podem contribuir para a ocorrência de cólica incluem leite de vaca, banana, frutas silvestres, e qualquer coisa que contenha cafeína.
A lactante que amamenta um bebê com cólica deve minimizar a quantidade de alimentos crus na sua dieta. A dieta da lactante deve consistir em 70 a 80% de alimentos cozidos e apenas 20 a 30% de alimentos crus. Siga uma dieta simples.
Se seu bebê com cólica toma mamadeira, sua fórmula pode estar causando o problema. Pergunte ao seu médico se é aconselhável usar uma fórmula infantil diferente.
SUPLEMENTOS NUTRICIONAIS
O Lactobacillus acidophilus promove uma flora intestinal saudável, o que facilita a digestão e pode debelar a cólica. A lactante deve tomar ½ colher de chá, duas vezes ao dia. Dê ao seu bebê que toma mamadeira 1/8 colher de chá de pó de acidófilos, dissolvida na fórmula, duas vezes ao dia.
O Lactobacillus bifidus é outra bactéria benéfica que ajuda a melhorar a digestão. Alguns especialistas pensam que essa bactéria pode ser mais eficaz que o Lactobacillus acidophilus para bebês. A lactante deve tomar uma dose, duas vezes ao dia. Dê ao bebê que toma mamadeira 1/8 colher de chá de pó de acidófilos, dissolvida na fórmula, duas vezes ao dia.
TRATAMENTO FITOTERÁPICO
O chá de camomila é um calmante e relaxante conhecido. A lactante deve beber uma xícara, duas vezes ao dia. Dê ao bebê que toma mamadeira 1 colher de chá, três vezes ao dia, no leite ou na água, durante três ou quatro dias. Em seguida, diminua a dose para duas vezes ao dia.
O funcho também pode ser útil para aliviar a cólica. A lactante pode beber uma xícara de chá de funcho, três vezes ao dia. Ou dilua uma xícara de chá de funcho em duas xícaras de água e dê ao bebê 1 colher de chá, quatro vezes ao dia.
A lactante pode beber uma xícara de chá de gengibre, três vezes ao dia, para ajudar a aliviar a cólica do seu bebê.
O chá de hortelã-pimenta ajuda a acelerar o tempo de esvaziamento do estômago, melhora a digestão e atua como anti-flatulento. Dê ao seu filho 1 colher das de chá de chá de hortelã-pimenta, de quatro a cinco vezes ao dia.
Observação: Se estiver dando ao seu filho chá de hortelã-pimenta e um preparado homeopático, faça um intervalo de uma hora entre um e outro. Do contrário, o forte cheiro do hortelã-pimenta pode interferir na ação do remédio homeopático.
Tente dar ao seu bebê um chá de várias ervas. Pesquisadores israelenses administraram uma dose diária de cerca de ½ xícara de chá feito decamomila, alcaçuz, funcho, e erva cidreira a bebês com episódios de cólicas e descobriram que os sintomas diminuíram em mais da metade das crianças estudadas.
HOMEOPATIA
Como a maioria das fórmulas homeopáticas, os remédios relacionados são específicos para um determinado sintoma. Com base no seu conhecimento do seu bebê com cólica, escolha o remédio adequado.
Colocynthis e Magnesia phosphorica, dois relaxantes abdominais, são os remédios homeopáticos mais receitados para cólica. São eficazes principalmente quando usados conjuntamente. Dissolva uma dose de Colocynthis 6ch e uma dose de Magnésia phosphorica 6ch em um pouco de água mineral na temperatura ambiente. Encha todo um contra-gotas e esguiche-o totalmente na boca do seu bebê, três vezes ao dia, conforme necessário. Se a cólica do seu bebê não tiver diminuído após dois dias, pare de dar o remédio. Muito provavelmente, não surtirá qualquer efeito.
Carbo vegetabilis é um remédio homeopático para o bebê com cólica, que apresenta o rosto pálido e o abdomem superior distendido. Suas pernas podem estar frias dos pés aos joelhos. Esse bebê é agitado e chora mesmo quando amamentado ou alimentado, e arrota durante muito tempo após comer. Parece sentir-se melhor quando está no colo e pior quando colocado no berço. Dê a essa criança, Carbo vegetabilis 9ch, dissolvendo uma dose em 250 miligramas de água mineral e esguichando algumas gotas na sua boca, três vezes ao dia, durante dois dias ou até que os sintomas melhorem.
Se seu bebê tiver o rosto vermelho e quente, choro alto e irritado, mas parar de chorar por um breve período quando colocado no colo, dê-lhe Camomila9ch ou 15ch. Dissolva uma dose em 250 mililitros de água mineral e esguiche algumas gotas na sua boca, três vezes ao dia, durante dois dias ou até que os sintomas melhorem.
Existem fórmulas homeopáticas para cólica que podem oferecer alívio ao seu bebê. Siga as orientações sobre dosagem indicadas no rótulo do produto.
RECOMENDAÇÕES GERAIS
Se tiver um bebê com cólica, procure não ficar nervoso. O estresse e a tensão - tanto seus quanto do bebê - podem contribuir para a cólica e piorar o problema. Se sentir que sua frustração está fugindo de seu controle, converse com um profissional de saúde. Busque apoio emocional e terapia. No meio de um choro relacionado à cólica, experimente uma das seguintes sugestões. Alguns bebês reagem a algumas; alguns (infelizmente) não reagem a nenhuma.
Para ajudar a relaxar as câimbras musculares e acalmar seu bebê, coloque-o sobre seus joelhos ou contra seu peito com um saco de água morna entre você e a barriga do seu bebê.
Se seu bebê adorar água, experimente um banho morno e calmante.
Massageie a barriga do seu bebê com uma loção ou óleo sem álcool. Seguindo o caminho natural dos intestinos, esfregue suavemente do "canto" direito inferior do abdome até a parte inferior da caixa torácica, descendo para o "canto" esquerdo inferior; repita a operação.
Alguns bebês reagem quando são acariciados e ninados. Muitos bebês se acalmam quando você os coloca no colo e anda com eles.
Alguns bebês preferem a segurança de serem bem enrolados em um cobertor; alguns preferem cobertas soltas que permitam a livre movimentação. Tente descobrir o que seu bebê prefere.
Os bebês com sintoma nervoso sensível podem reagir melhor com a diminuição de estímulos externos. Experimente uma iluminação fraca, menos toques e uma atmosfera tranqüila.
Alguns bebês reagem à música calma e tranqüilizante; alguns a gravações de batimentos cardíacos; alguns a gravações dos sons com os quais conviveram nos nove meses de vida uterina, que incluem os batimentos cardíacos da mãe e o som constante do fluxo sangüíneo da mãe circulando no seu corpo. Curiosamente, o som da máquina de lavar roupa muitas vezes parece ter o mesmo efeito.
O movimento vigoroso distrai alguns bebês com cólica. Ouvir música animada e saltitar com o bebê no colo talvez não seja sua atividade predileta às 3 horas da manhã, mas sabe-se que tem surtido efeito.
Faça seu bebê "pedalar". Com o bebê deitado de costas no chão, movimente suavemente suas pernas, como se ele estivesse pedalando. Pratique esse exercício várias vezes, todos os dias. Esses movimentos passivos das pernas podem trazer conforto ao sistema digestivo do seu bebê.
Faça um curso de massagem infantil para aprender como a massagem ajuda o crescimento e desenvolvimento geral do seu bebê. Seu professor também pode lhe ensinar massagens e técnicas específicas para debelar a cólica.
PREVENÇÃO
Tome nota dos acessos de irritabilidade e choro do seu filho e procure um denominador comum. Veja se seu filho chora mais ou menos na mesma hora, todos os dias. Tente determinar se certos alimentos ou atividades levam ao choro. Se descobrir uma relação, elimine o alimento ou a atividade que considera a causa.
Crie um ambiente calmo enquanto alimenta seu bebê e aproveite esse momento junto com seu filho. Ouça músicas relaxantes. Certifique-se de que você e o bebê estão fisicamente confortáveis. Vista-se e ao seu bebê de forma que não sintam frio e estejam à vontade. Garanta que a fralda do seu bebê não esteja muito apertada.
Ao alimentar seu bebê, tente segurá-lo em uma posição ereta para que o ar fique acima do leite no seu estômago. Isso ajudará seu bebê a expulsar o ar quando arrotar.
Se estiver dando mamadeira ao seu bebê, verifique o tamanho do furo no bico. O leite deve pingar lentamente quando a mamadeira ficar de cabeça para baixo. Se o furo for muito pequeno ou muito grande, seu bebê pode ingerir muito ar enquanto estiver mamando.
Para controlar a quantidade de ar que o bebê engole enquanto mama, limite o tempo em que realmente mama a dez minutos. Após cerca de 50 mililitros de líquido, tente fazer com que seu bebê arrote (mas não fique desanimado se ele não arrotar).
No final de cada mamada completa, ponha seu bebê para arrotar durante dez minutos. Fique calmo. Alguns minutos a mais, agora, podem evitar um acesso de cólica mais tarde.
Se seu bebê não conseguir arrotar após cerca de dez a quinze minutos, coloque-o em uma posição ereta durante cerca de uma hora e tente novamente.
Se estiver amamentando seu bebê, elimine os alimentos relacionados na seção Diretrizes Alimentares, e investigue a possibilidade de alergia alimentares.
A lactante deve tomar um suplemento de Lactobacillus acidophilus ou bifidus. Se estiver dando mamadeira ao seu filho, administre o suplemento dissolvido no leite.
Tente evitar dar muita ou pouca comida ao seu bebê. Regurgitar o alimento após mamadas pode indicar superalimentação; choro ou sucção contínua após a mamada pode indicar subalimentação. Faça o que seu filho mandar. Se seu bebê estiver engordando e se desenvolvendo normalmente, você provavelmente estará no caminho certo.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
O Mitchell é cctz um bebê com habilidades super avançadas, antes mesmo de fazer 2 meses ele já fazia coisas de bebês nível avançado de 3 meses o.O
Tabela dos marcos do desenvolvimento: 1 a 6 meses
O que esperar do seu bebê nessa fase.
| Idade da criança | Habilidades desenvolvidas (a maioria das crianças já faz) | Habilidades em desenvolvimento (metade das crianças faz) | Habilidades avançadas (algumas crianças conseguem fazer) |
|---|---|---|---|
| Um mês | • Levanta a cabeça • Reage a sons • Olha fixo para rostos | • Segue objetos com o olhar • Emite sons de vogal ("a", "u") • Enxerga desenhos em branco e preto | • Sorri • Dá gargalhada • Levanta a cabeça num ângulo de 45 graus |
| Dois meses | • Vocaliza sons como "agu" e "arru" • Segue objetos com o olhar • Mantém a cabeça erguida por curtos períodos | • Sorri, dá gargalhadas • Levanta a cabeça num ângulo de 45 graus • Movimentos ficam menos bruscos | • Segura a cabeça com firmeza • Apóia peso nas pernas • Pode levantar a cabeça e os ombros (miniflexão de braços) |
| Três meses | • Dá gargalhadas • Segura a cabeça com firmeza • Reconhece seu rosto e seu cheiro | • Dá gritinhos, faz "agu" e "arru" • Reconhece sua voz • Faz miniflexões de braço | • Vira a cabeça na direção de barulhos altos • Junta as mãos e bate a mão nos brinquedos • Consegue se virar deitada |
| Quatro meses | • Segura a cabeça com firmeza • Consegue apoiar o peso nas pernas • Responde com sons quando você fala com ela | • Consegue segurar um brinquedo • Estica o braço para pegar objetos • Consegue se virar deitada | • Imita sons da fala -- "baba", "dada" • Pode aparecer o primeiro dente |
| Cinco meses | • Conseguedistinguir cores primárias • Consegue se virar deitada • Consegue se distrair com as mãos e os pés | • Vira na direção debarulhos novos • Reconhece o próprio nome | • Fica um pouquinho sentada sem apoio • Põe objetos na boca • Pode surgir o medo de estranhos • Pode estar pronta para comer alimentos sólidos |
| Seis meses | • Vira na direção de sons e vozes • Imita sons, faz bolinhas de cuspe • Rola nas duas direções quando deitada | • Estica o braço para pegar objetos e os põe na boca • Senta sem apoio • Está pronta para alimentos sólidos | • Pode se arrastar para a frente ou começar a engatinhar • Pode "conversar" ou combinar sílabas • Pode puxar objetos em sua direção |
Desenvolvimento do Bebê
A fala
Seu bebê vai aprender aos poucos a usar palavras para descrever o que vê, ouve, sente e pensa na medida em que completa saltos de desenvolvimento mental, emocional e comportamental. Os pesquisadores agora sabem que, muito antes de um bebê murmurar sua primeira palavra, ele aprende as regras da linguagem e percebe como os adultos a usam para se comunicar.
Quando se desenvolve
As crianças aprendem a falar durante os dois primeiros anos de vida. Seu bebê começará usando a língua, os lábios, o céu da boca e qualquer dente que esteja aparecendo para produzir sons ("os" e "as" no primeiro ou no segundo mês; os murmúrios começam pouco depois). Logo, esses sons se tornam palavras de verdade (um "mamã" ou um "papá" pode escapar sem querer entre os 4 e os 5 meses, levando lágrimas aos seus olhos -- quem se importa se foi intencional ou não?). A partir daí, seu bebê vai aprender mais palavras com você, com seu parceiro e com quem mais estiver perto dele. Entre 1 e 2 anos, ele começará a formar frases com duas ou três palavras.
Como se desenvolve
O choro do seu filho ao nascer é a primeira incursão que ele faz no mundo da linguagem. Naquele momento, ele expressa o choque de sair do confinamento gostoso do útero e de estar em um lugar desconhecido. A partir de então, vai absorvendo os sons, os tons e as palavras que moldarão a forma com que ele vai falar.
A fala está ligada de forma inextricável à audição. Quando ouve as outras pessoas conversarem, o bebê aprende os sons das palavras e como as frases são estruturadas. De fato, muitos pesquisadores acreditam que o trabalho de compreender a linguagem começa enquanto o bebê está no útero. Assim como antes de nascer o bebê se acostuma ao compasso dos batimentos do seu coração, ele entra em sintonia com o som da sua voz. Dias após o nascimento, é capaz de discernir a sua voz das dos demais.
De 1 a 3 meses
A primeira forma de comunicação do seu filho é o choro. Um grito agudo pode significar fome, enquanto choramingos curtos e repetidos podem assinalar a necessidade de trocar a fralda. Depois de algum tempo, o pai e a mãe aprendem a reconhecer os diferentes tipos de choro, para atender melhor às necessidades da criança. Dá para distinguir o choro de cólica do choro de fome, por exemplo. À medida que o bebê cresce, vai desenvolvendo um repertório delicioso de gorgolejos, suspiros e arrulhos, tornando-se uma minifábrica de som. Sobre a capacidade de entender a linguagem, os linguistas dizem que os bebês de até 4 semanas são capazes de fazer a distinção entre sílabas similares, como "ma" e "na".
A fala está ligada de forma inextricável à audição. Quando ouve as outras pessoas conversarem, o bebê aprende os sons das palavras e como as frases são estruturadas. De fato, muitos pesquisadores acreditam que o trabalho de compreender a linguagem começa enquanto o bebê está no útero. Assim como antes de nascer o bebê se acostuma ao compasso dos batimentos do seu coração, ele entra em sintonia com o som da sua voz. Dias após o nascimento, é capaz de discernir a sua voz das dos demais.
De 1 a 3 meses
A primeira forma de comunicação do seu filho é o choro. Um grito agudo pode significar fome, enquanto choramingos curtos e repetidos podem assinalar a necessidade de trocar a fralda. Depois de algum tempo, o pai e a mãe aprendem a reconhecer os diferentes tipos de choro, para atender melhor às necessidades da criança. Dá para distinguir o choro de cólica do choro de fome, por exemplo. À medida que o bebê cresce, vai desenvolvendo um repertório delicioso de gorgolejos, suspiros e arrulhos, tornando-se uma minifábrica de som. Sobre a capacidade de entender a linguagem, os linguistas dizem que os bebês de até 4 semanas são capazes de fazer a distinção entre sílabas similares, como "ma" e "na".
As injeções anticoncepcionais
As injeções anticoncepcionais devem sempre ser injetadas na região glútea, ou nádegas.
Deve ser usada uma agulha 30x8 e a injeção deve ser profunda. Não massagear o local da injeção.
Informações sobre a injeção anticoncepcional só podem ser fornecidas pelo seu médico pessoal de acordo com as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária no Brasil (Anvisa).
Atenção para a data da injeção. Solicite ao seu médico pessoal informações sobre a data correta da aplicação da injeção. Injeções têm de ser aplicadas nas datas corretas sob pena de não funcionarem.
Existe uma injeção anticoncepcional que pode ser aplicada a cada três meses. Informe-se com seu médico pessoal.
Para os anticoncepcionais mensais, as vantagens e desvantagens são as mesmas da pílula anticoncepcional.
Para os anticoncepcionais injetáveis trimestrais, existe a vantagem de ser aplicada a cada três meses, mas a desvantagem de provocar ausência de menstruação e a fertilidade (capacidade de engravidar) demorar um pouco para voltar.
As principais indicações das injeções são para as mulheres que esquecem a pílula, para aquelas que não podem tomar a pílula via oral e para as mulheres que tem de esconder o anticoncepcional.
Somente o seu médico pode receitar injeções anticoncepcionais para você. A automedicação com hormônios é muito perigosa!!!
Nunca, mas nunca mesmo, use um anticoncepcional ou qualquer outro medicamento com tarja vermelha sem orientação médica pessoal.
Não use medicamento de maneira diferente da prevista na receita, a não ser que tenha sido orientada pessoalmente pelo seu médico.
Anticoncepcionais foram feitos para serem tomados da maneira prevista na receita e na bula, não devendo ser tomados de maneira diferente, por exemplo, sem pausa, a não ser que tenha sido orientada pessoalmente pelo seu médico.
Anticoncepcionais orais ou injetáveis tomados de maneira errada perdem sua eficácia ocasionando riscos de gravidez e de efeitos colaterais que podem ser graves
.
Informações sobre a injeção anticoncepcional só podem ser fornecidas pelo seu médico pessoal de acordo com as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária no Brasil (Anvisa).
Atenção para a data da injeção. Solicite ao seu médico pessoal informações sobre a data correta da aplicação da injeção. Injeções têm de ser aplicadas nas datas corretas sob pena de não funcionarem.
Existe uma injeção anticoncepcional que pode ser aplicada a cada três meses. Informe-se com seu médico pessoal.
Para os anticoncepcionais mensais, as vantagens e desvantagens são as mesmas da pílula anticoncepcional.
Para os anticoncepcionais injetáveis trimestrais, existe a vantagem de ser aplicada a cada três meses, mas a desvantagem de provocar ausência de menstruação e a fertilidade (capacidade de engravidar) demorar um pouco para voltar.
As principais indicações das injeções são para as mulheres que esquecem a pílula, para aquelas que não podem tomar a pílula via oral e para as mulheres que tem de esconder o anticoncepcional.
Somente o seu médico pode receitar injeções anticoncepcionais para você. A automedicação com hormônios é muito perigosa!!!
Nunca, mas nunca mesmo, use um anticoncepcional ou qualquer outro medicamento com tarja vermelha sem orientação médica pessoal.
Não use medicamento de maneira diferente da prevista na receita, a não ser que tenha sido orientada pessoalmente pelo seu médico.
Anticoncepcionais foram feitos para serem tomados da maneira prevista na receita e na bula, não devendo ser tomados de maneira diferente, por exemplo, sem pausa, a não ser que tenha sido orientada pessoalmente pelo seu médico.
Anticoncepcionais orais ou injetáveis tomados de maneira errada perdem sua eficácia ocasionando riscos de gravidez e de efeitos colaterais que podem ser graves
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quarta-feira, 11 de maio de 2011
Amamentação sem dor:
Achei um vídeo ensinando no youtube, é bem legal, vale a pena ver:
O Mitchell ainda só mama no peito.
(Logo após o nascimento)
Respondendo uma pergunta legal =]
Julliet , o Mitch dorme de manhã/tarde e só acorda à noite também ??? Tipo , ele troca o dia pela noite ? porque o Brendon é assim DD: Eu não sei mais o que fazer com esse bebê HSUHAUS Vc tem alguma técnica de sobre o que fazer para ele trocar de horário?
Ele no começo estava trocando sim, acordava de duas em duas horas de noite pra mamar, agora melhorou, ele dorme por volta das 10h da noite, quando da 0h eu pego ele no berço e troco a fraldinha ele desperta um pouco eu dou de mama pra ele e ele dorme ate umas 4h da manha dai quando começa a resmungar dormindo eu sei que ta ficando com fome e ja vou la e pego ele dormindo e dou mama pra ele que ai ele dorme ate umas 8h , quando acorda as 8h eu dou um banho nele faço uma massagem e dou de mama que ai ele dorme ate 12h, eu tento deixar ele um pouco acordado e brinco com ele pra ele gastar energia, o maximo que ele fica acordado é 2h , dai ja começa a ficar irritado, coçando o olho e passando a mão na orelha, dai eu dou mama pra ele dormir , coloco ele no carrinho dormindo na sala e fico vendo O clone hahaha, e por ai vai, na media que ele vai acordando eu vou brincando em ele e 2h depois ele dorme denovo... por volta das 19h eu dou banho e vou preparando ele pra dormir. Tente fazer isso, mas não se preocupe que com o passar do tempo ele vai pegando o ritmo certo, é só deixar ele entender que a noite serve pra dormir, quando chegar a hora dele dormir, deixe o quarto escuro e sem barulhos, durante o dia não se preocupe com barulhos e claridade enquanto ele dorme que assim ele vai assimilar, banho é bom pra dar soninho no bebe tb, isso é ser mãe, no começo a gente não dorme nada, eu estou com olheiras terríveis ate hj, agora que to dormindo um pouco melhor, dica, aproveite as horas que ele dorme de dia pra repor seu sono e nunca durma com o bebê na cama, pq no cansaço vc pode machucar o bebê, e de bastante o peito pra ele, mamar é um exercício pra eles e deixam eles cansadinhos,alem de deixar saudavel e gordinho igual o Mitch da sono. *_* espero ter ajudado
sexta-feira, 6 de maio de 2011
2 meses!!!!
Oi pessoal, o carregador da minha cam estragou e ainda não tive tempo de buscar-lo, então por isso não temos fotos novas no Mitch =/ mas o jeito é tirar do celular :(
Levei o Mitch pra consulta mensal e ele está pesando 7kilos, está tudo muito bem com ele, cada dia aprende uma coisinha nova *_* Assim que der escrevo mais aqui, bjos
domingo, 17 de abril de 2011
Obssessão pós-parto: a compulsão feminina de voltar imediatamente ao peso anterior à gravidez
por Juliana Linhares em 14/03/2009 na categoria ArtigosA primeira reação da maioria das mulheres que engravidam, sobretudo na primeira vez, é se sentir nas nuvens. A segunda, atualmente, é pensar: como vou voltar à forma rapidamente? A resposta é dura: infelizmente não vai…
Por mais que artistas e modelos impressionem pela velocidade com que aparecem de barriga (tanque) de fora, semanas depois do parto, é importante dizer para vocês que a recuperação a jato da cinturinha só acontece com mulheres que já eram magras, atléticas e predispostas à rápida perda de peso.
Como a cantora baiana Claudia Leitte, de 28 anos, que, um mês depois de ter dado à luz o filho Davi, comandou um trio elétrico, com pouca roupa e muita energia, nos intermináveis dias e noites do Carnaval de Salvador. “Tenho movimentação de atleta. Chego a ficar oito horas pulando nos shows. Meu corpo é forte e, por isso, se recuperou rapidamente”, diz Claudia, já livre de todos os 10 quilos que ganhou na gravidez e mais 1, para garantir.
A Claudia Leitte merece todos os elogios, mas não deve ser tomada como exemplo… Ao contrário, a expectativa de emagrecimento rápido pode acrescentar uma carga de alto stress à vida já tão modificada pelo nascimento de um filho.
Em média, o esperado é que mulheres com bom condicionamento físico que engordaram de 10 a 13 quilos durante a gestação recuperem o peso habitual em três a quatro meses, o mesmo prazo para que o útero retorne ao tamanho original. Não custa repetir: cada corpo tem o próprio ritmo. Na gravidez, os músculos retroabdominais são esticados em até 50%.
O prazo de três meses para a recuperação é o mínimo. Inclusive, neste período, saiba que vai continuar a usar suas roupas de grávida, e isto não tem qualquer problema. Não precisa ter vergonha disto. É normal!
Aliás, acontece com frequência, quando o ganho de peso é maior e a dificuldade de voltar ao normal também, de que as clientes voltem para fazer compras de novas roupas nas lojas especializadas de roupas para gestantes, mesmo depois do parto.
Mas voltando ao caso da Claudia Leitte, que está amamentando e não mudou a dieta habitual, mas fez caminhadas todos os dias desde que saiu da cama; vinte dias depois do parto ela já estava correndo quarenta minutos na esteira. Ganhou medalha de ouro na competição pós-parto que se desenvolve entre as mães famosas, provavelmente empatada com a modelo Alessandra Ambrosio, também de 28 anos, que engordou 20 quilos, teve a filha Anja em agosto e, no dia 15 de novembro, desfilou para a grife de lingerie Victoria’s Secret, de calcinha, sutiã e 18 quilos a menos.
Ao contrário da maioria das famosas que disfarçam os sacrifícios exigidos pela vida diante das câmeras, não se deve esconder o sacrifício que é mesmo voltar à velha forma. Pois é preciso, sim, fazer um regime bem rígido e equilibrado, orientado por nutricionistas, que mandam normalmente fazer as cinco refeições diárias, porém de baixas calorias. Depois de um mês, sempre é bom começar a fazer musculação e caminhadas todos os dias.
A atriz americana Jessica Alba, de 27 anos, também teve a mesma e reconfortante sinceridade. Ela deu à luz uma menina em junho, engordou 15 quilos e sofreu para recuperar em três meses a forma que lhe rendeu o título de um dos mais belos corpos do cinema. Com o compromisso comercial de posar para o calendário de uma marca de bebida, Jessica começou a fazer ginástica moderada três semanas após o parto. Dois meses depois, era uma hora por dia, seis dias por semana. Segundo ela, os exercícios eram horríveis. Ela chegava a chorar. Depois disso, disse que nunca mais fez ginástica – ela apareceu linda e esbelta no calendário (ainda que provavelmente a cinturinha foi eletronicamente afinada…).
Se até Jessica Alba precisa de Photoshop, imaginem as mulheres comuns…
Aliás, a paranoia é tão grande que é comum algumas mentirem. Engordam 10 quilos, mas dizem que foram 30, para impressionar as amigas…
Os regimes de fome, já habitualmente condenáveis, não devem nem ser cogitados por mães recentes. O saudável na gravidez é uma dieta de cerca de 1 800 calorias por dia. No pós-parto, sobe para 2 000 a 2 300. Afinal, as mães que cortam muito a alimentação, incluindo os carboidratos necessários para produzir leite, podem ter hipoglicemia, cansaço e tonturas. E talvez os bebês não ganhem peso na quantidade e velocidade ideais.
A prática de exercícios também exige moderação. Na porção inferior do corpo, é preciso tomar cuidado com os pontos. E a musculatura peitoral estará debilitada por causa da amamentação, o que pode tornar dolorosos os exercícios com peso.
Da mesma forma que o excesso de cuidados do período de resguardo do passado, quando as mulheres nem lavavam os cabelos, os exageros do presente impressionam.
Perigo
Um caso recente foi o de Tameka Foster, mulher do cantor americano Usher. Em fevereiro, apenas dois meses depois de ter dado à luz, internou-se para uma lipoaspiração na barriga, numa clínica de São Paulo. Ao médico, disse que o parto havia sido seis meses antes. Tameka sofreu uma parada cardiorrespiratória durante a anestesia e passou onze dias internada.
É possível estabelecer uma relação entre os dois fatos?
O corpo de parturientes recentes contém excesso de líquido, o que aumenta o volume de sangue. Durante uma operação, a paciente recebe ainda mais líquido. O coração não dá conta de bombear todo esse sangue e pode sofrer uma parada. Além disso, o útero ainda não voltou ao seu tamanho normal e pode comprimir as veias das pernas, que fazem a ligação do coração com os membros inferiores, causando uma embolia.
Como as dores do parto, os sacrifícios em favor do emagrecimento rápido podem parecer mais vagos com o passar do tempo. A atriz Carolina Dieckmann, por exemplo, engordou 30 quilos na segunda gravidez e impressionou pela recuperação da cinturinha. Durante o esforço emagrecedor, chegou a reclamar que passava muita fome. Hoje, corpo perfeito, releva: “É, sentia uma fominha”. Todas as que não são Carolina estão desobrigadas de fome de qualquer tamanho.
Texto de Juliana Linhares, publicado na Revista Veja em Março/2009
| Dicas para perder peso após o parto |
| Diversos fatores são relacionados à ocorrência de sobrepeso/obesidade em mulheres: história reprodutiva (paridade), lactação, atividade física, assim como fatores ligados ao estilo de vida no pós-parto. Os principais fatores determinantes para retenção de peso e para a obesidade no pós-parto estão ligados ao estilo de vida neste período. Pode-se considerar que em torno de 15% das mulheres fumantes o deixam de fazer quando engravidam. Este já é um fator que segundo pesquisas, mostrou que estas mulheres que pararam de fumar no começo da gravidez ganharam mais peso do que as não fumantes durante a gestação e também 6 meses após o parto! Alguns estudos têm enfocado a relação entre atividade física, dieta e retenção de peso no pós-parto. Um programa moderado de exercício físico, em conjunto com uma leve restrição calórica, é benéfico na perda de peso em mulheres lactantes com sobrepeso. A perda entre 1kg e 2kg por mês não comprometerá a produção de leite e, conseqüentemente, o crescimento infantil. Outro ponto interessante é a relação entre lactação (amamentação) e mudanças na composição corporal da mulher. Os resultados dos estudos são bastante controversos, porém, alguns deles considerados importantes, revelaram o efeito protetor da amamentação na perda de peso das mães. Após o parto, o importante é: • Manter uma alimentação saudável • Limitar alimentos ricos em gordura saturada e trans, como pele de frango, queijos amarelos, molhos de salada industrializados, salgadinhos, bolos e biscoitos recheados. • Utilizar métodos para cozinhar que adicionam pouca ou nenhuma gordura, como assar, grelhar, cozinhar à vapor. • Cuidado com o tamanho das porções. Evite a gula! • A eliminação de 300 a 500g por semana é a maneira mais eficaz e segura de perda de peso • Verifique com seu médico qual e quanto de exercício é adequado a você. Faça caminhada, natação, hidroginástica, bicicleta, etc. • Saia com seu bebê (assim que possível) para caminhar pelo bairro ou faça exercícios (por exemplo, bicicleta ergométrica em casa) enquanto o bebê dorme. Puxar ou não a pele da pilinha dos meninos?"Para os pais que têm um rapaz, principalmente para as mães e sobretudo se é o 1º, a pilinha da criança é algo que traz algumas dúvidas. Ao longo dos primeiros anos de vida, são muitas as mães e os pais que aproveitam as consultas com o médico para esclarecer algumas questões".Puxar a pele ou não não puxar a pele? A pilinha do rapaz recém-nascido apresenta uma forma de cilindro com uma extremidade arredondada a que os médicos chamam glande. A porção da pele que recobre a glande(e que mais tarde vai poder puxar-se para trás)é o prepúcio. Esta pele tem uma importante função protectora, pois impede que a glande seja irritada pelo chichi ou o cocó das fraldas. Uma das perguntas mais frequentes logo nas primeiras consultas é"quando se deve começar a puxar a pele para trás?" Antes de responder, vamos rever um pouco sobre a anatomia e o desenvolvimento deste órgão: antes do nascimento, a glande e o prepúcio estão completamente unidos e é impossível separá-los. Depois de a criança nascer, gradualmente, vai ocorrer a separação entre a pele e a glande. Esta separação ocorre em 90% das crianças até aos 3 anos, mas pode só estar completa na adolescência. Só após se dar a separação entre a pele e a glande é que a pele se consegue puxar, sem esforço e sem magoar a criança. Existe em muitos pais (e sobretudo em avós) a noção de que desde muito cedo os pais devem ir forçando a pele a vir para trás. E que se não for feita essa "ginástica", a criança terá de ser operada. É um dos mitos mais enraizados entre nós. Pelo que já falámos, é de esperar que a pele da pilinha não venha para trás durante os primeiros anos de vida. E isso é perfeitamente normal! Outras vezes, o traumatismo provocado pelo excesso de zelo de alguns pais leva ao aparecimento de uma hemorragia e à formação de uma cicatriz no prepúcio. A partir daí, a situação pode não conseguir resolver-se sem o recurso à cirurgia. Por outro lado, forçar a pele pode provocar dores na criança, hemorragias ou mesmo infecções. Outro perigo relativamente frequente acontece quando os pais puxam a pele para trás e esta não consegue depois voltar para a posição inicial. Esta situação que os médicos chamam de "parafimose", pode ser muito grave, pois provoca dores e o inchaço da pilinha da criança, que pode sofrer lesões irreparáveis. Neste caso, a criança deve ser imediatamente observada por um médico para que a situação seja rapidamente resolvida. Em relação à cirurgia, trata-se de um medo infundado. Só em menos de 2% de crianças não se consegue descobrir a glande nos primeiros anos de vida, situação que os médicos chamam de "fimose". Estas crianças podem ser tratadas com a aplicação de cremes com derivados da cortisona que resolvem a situação em mais de 90% dos casos. Nos casos mais resistentes pode ser necessário realizar um pequeno puxão, sob anestesia local. Quer isto dizer que só 7 em cada 10.000 crianças pode vir a precisar de realizar uma cirurgia para resolver a situação. Voltando à pergunta inicial,"deve ou não a pele da pilinha do bebé ser puxada regularmente para trás para evitar que fique apertada?", aquilo que os pais podem fazer de melhor pela pilinha do seu filho resume-se a uma simples frase: não fazer nada Por Paulo Oom Pediatra da Clínica Gerações |
terça-feira, 12 de abril de 2011
Crescendo e crescendo meu gorduxinho...
Tive um probleminha com o Mitch só em questão de assaduras , eu troco as fraldinhas dele com freqüência e dava banho de sol um dia sim um não pelo menos, mas mesmo assim ele tava ficando assado, dai perguntei minha mãe o que fazer e ela disse que era muito bom usar MAIZENA como se fosse um talco no bebê e não deixar de dar banho de sol pelo menos 5minutos por dia na parte da manhã ou no final da tarde, dai estou fazendo isso e já está melhorando, também parei de usar lençinhos umedecidos porque li no carão de bebê do Mitch que se deve fazer a higiene da criança apenas com algodão e água, e também poderia ser alguma alergia de fraldas então estou a variar de marca sempre.
Fora isso está tudo tranquilo, vamos visitar a familia do Pimeenta no fim de semana, tem varias pessoinhas lá que ainda não conhecem o Mitch pessoalmente. Vai ser bem legal.
Não estou postando muito aqui pq claro, parece que não mas bebê's dão trabalho , dai tenho que ficar "online" para ele o tempo todo. Mas sempre que der colocarei algo por aqui, bjos
Qual é o melhor tratamento para a assadura?
O melhor remédio é manter o bebê limpo e seco, com trocas frequentes de fralda. Se estiver calor, tente deixá-lo sem fralda por um tempinho, num lugar que seja fácil de limpar (prevendo o tamanho do desastre se ele fizer xixi ou cocô), ou durante uma soneca diurna. Tomar um pouco de sol na área afetada ajuda na cicatrização -- mas só o sol de antes das 11h e depois das 16h, e por uns 15 minutinhos.
Experimente também trocar a marca da fralda descartável, ou então de sabão no caso de fraldas de pano (lembrando que os médicos costumam recomendar, nesta fase, usar sabão de coco). Isso eliminará o problema se a causa principal for alérgica.
Uma assadura normal tem de melhorar depois de cerca de dois dias de tratamento comum, com os cremes tradicionais usados para prevenir a irritação (normalmente à base de óxido de zinco, vitaminas A e D, lanolina, calêndula e óleos). Não use pomadas com corticóides sem falar com o médico.
Se depois desse período de dois dias a assadura não tiver ido embora, ou tiver piorado, fale com o pediatra, pois deve haver algum outro tipo de infecção, fúngica ou bacteriana, que exija tratamento específico.
Experimente também trocar a marca da fralda descartável, ou então de sabão no caso de fraldas de pano (lembrando que os médicos costumam recomendar, nesta fase, usar sabão de coco). Isso eliminará o problema se a causa principal for alérgica.
Uma assadura normal tem de melhorar depois de cerca de dois dias de tratamento comum, com os cremes tradicionais usados para prevenir a irritação (normalmente à base de óxido de zinco, vitaminas A e D, lanolina, calêndula e óleos). Não use pomadas com corticóides sem falar com o médico.
Se depois desse período de dois dias a assadura não tiver ido embora, ou tiver piorado, fale com o pediatra, pois deve haver algum outro tipo de infecção, fúngica ou bacteriana, que exija tratamento específico.
Como posso prevenir as assaduras?
A melhor defesa contra a assadura é um bumbum sequinho. Siga cinco passos básicos:
• Troque a fralda do bebê assim que possível, se ela estiver encharcada ou com cocô.
• Limpe a área dos órgãos genitais do bebê com cuidado depois de cada cocô, e deixe-a bem seca antes de fechar a fralda.
• Passe uma fina camada de pomada antiassadura no bumbum do bebê, como as de óxido de zinco. Não use talco -- ele pode ser aspirado pelo bebê e ir para os pulmões.
• Não aperte demais a fralda. É preciso deixar espaço para o ar circular e a pele do bebê poder respirar.
• Evite o uso de amaciante nas roupas do bebê.
• Quando seu filho começar a comer alimentos sólidos, não dê muitas novidades ao mesmo tempo. Assim fica mais fácil perceber se a assadura se deve a alguma alergia alimentar.
• Troque a fralda do bebê assim que possível, se ela estiver encharcada ou com cocô.
• Limpe a área dos órgãos genitais do bebê com cuidado depois de cada cocô, e deixe-a bem seca antes de fechar a fralda.
• Passe uma fina camada de pomada antiassadura no bumbum do bebê, como as de óxido de zinco. Não use talco -- ele pode ser aspirado pelo bebê e ir para os pulmões.
• Não aperte demais a fralda. É preciso deixar espaço para o ar circular e a pele do bebê poder respirar.
• Evite o uso de amaciante nas roupas do bebê.
• Quando seu filho começar a comer alimentos sólidos, não dê muitas novidades ao mesmo tempo. Assim fica mais fácil perceber se a assadura se deve a alguma alergia alimentar.
Ouvi dizer que o que a mãe come pode provocar cólica no bebê. É verdade?
Tanto o leite materno quanto o leite de fórmula podem estar ligados à cólica do bebê. Às vezes, quando o filho tem cólica, as mães que amamentam fazem uma experiência e param de tomar leite e derivados, e o problema melhora. Outras vezes, não adianta. Se o bebê parar de ter cólica com essa medida, converse com o pediatra, porque pode ser que seu filho tenha uma alergia.
Há bebês que mamam no peito que parecem ser sensíveis a comidas apimentadas, alimentos à base de trigo e cereais ou verduras que normalmente dão gases em adultos.
Para ver se é esse o problema, passe alguns dias sem comer repolho, brócolis, couve-flor, alho, feijão e cafeína. Se o bebê melhorar, vá reintroduzindo esses alimentos na sua alimentação, um de cada vez, observando como a criança reage.
Espere alguns dias para voltar a comer cada alimento, assim fica mais fácil identificar qual é o que incomoda seu filho. Se ele começar a reclamar de novo, você já vai saber que alimento evitar.
Se seu bebê toma fórmula de leite em pó, converse com o pediatra para trocar de marca ou de tipo. E não se esqueça de colocá-lo para arrotar depois de mamar.
Há bebês que mamam no peito que parecem ser sensíveis a comidas apimentadas, alimentos à base de trigo e cereais ou verduras que normalmente dão gases em adultos.
Para ver se é esse o problema, passe alguns dias sem comer repolho, brócolis, couve-flor, alho, feijão e cafeína. Se o bebê melhorar, vá reintroduzindo esses alimentos na sua alimentação, um de cada vez, observando como a criança reage.
Espere alguns dias para voltar a comer cada alimento, assim fica mais fácil identificar qual é o que incomoda seu filho. Se ele começar a reclamar de novo, você já vai saber que alimento evitar.
Se seu bebê toma fórmula de leite em pó, converse com o pediatra para trocar de marca ou de tipo. E não se esqueça de colocá-lo para arrotar depois de mamar.
Como criar bons hábitos para dormir
Veja algumas idéias para ajudar seu filho a se preparar para uma boa noite de sono:
Aprenda a entender os sinais que indicam cansaço.
Nas primeiras seis a oito semanas de vida, o bebê não consegue ficar acordado por mais que duas horas por vez. Se você esperar muito mais que isso para colocá-lo para dormir, ele estará cansado demais e não vai conseguir adormecer com facilidade, por incrível que pareça.
Preste atenção nos sinais de cansaço. Ele está esfregando os olhos? Não pára de mexer na orelha? Está com olheiras? Se você notar essas indicações, ponha logo o bebê no berço ou no carrinho. Dessa forma ele já vai aprendendo a dormir sem ser no colo.
Comece a ensinar a diferença entre dia e noite.
Alguns bebês são mais notívagos (algo que você pode até ter percebido durante a gravidez) e estarão com toda a energia do mundo bem quando você se prepara para pegar no sono. Nos primeiros dias, não há muito o que se fazer quanto a isso.
Mas, quando o bebê tiver por volta de 2 semanas, você pode começar a fazê-lo distinguir o dia da noite.
Quando ele estiver alerta durante o dia, brinque bastante, mantenha a casa bem iluminada e não se preocupe em evitar os barulhos da rotina doméstica, como o telefone ou o aspirador de pó, mesmo que ele esteja dormindo. Se ele costuma dormir durante todas mamadas, acorde-o em algumas.
Caso ele resolva dormir quatro horas ou mais direto, de dia, não hesite em acordá-lo, para que "sobre" mais sono para o período noturno. À noite, tente não fazer gracinhas quando for ao quarto dele. Acenda o mínimo de luzes e faça pouco barulho. Assim, aos poucos, ele entenderá que a noite foi feita para dormir.
Deixe que o bebê adormeça por conta própria.
Quando ele tiver por volta de 6 a 8 semanas, tente deixar o bebê adormecer sozinho. Coloque-o no berço quando ele parecer cansado, mas ainda estiver acordado. Dessa forma, ele vai aprender a fazer a transição sem que você tenha que ficar balançando de um lado para o outro ou passando a mão nas costas dele.
Se desde o começo você acostumar o bebê a dormir sozinho, ele vai aprender esse ritual na hora do sono -- e se você sempre niná-lo é isso que ele sempre vai esperar.
É claro que é uma delícia ninar o bebê, mas a questão é que, quando ele acordar no meio da noite, vai precisar ser ninado de novo, se só conseguir adormecer desse jeito.
Para estabelecer um padrão de sono, é importante seguir a mesma rotina de dormir todos os dias.
Procure substituir hábitos que dependam exclusivamente da sua presença (mamadas, por exemplo) por alguma coisa que esteja ao lado da criança quando ela acordar de repente (um "paninho especial" ou um bonequinho, sempre prestando atenção para não ser nada que ela possa resolver sugar e se engasgar).
Aprenda a entender os sinais que indicam cansaço.
Nas primeiras seis a oito semanas de vida, o bebê não consegue ficar acordado por mais que duas horas por vez. Se você esperar muito mais que isso para colocá-lo para dormir, ele estará cansado demais e não vai conseguir adormecer com facilidade, por incrível que pareça.
Preste atenção nos sinais de cansaço. Ele está esfregando os olhos? Não pára de mexer na orelha? Está com olheiras? Se você notar essas indicações, ponha logo o bebê no berço ou no carrinho. Dessa forma ele já vai aprendendo a dormir sem ser no colo.
Comece a ensinar a diferença entre dia e noite.
Alguns bebês são mais notívagos (algo que você pode até ter percebido durante a gravidez) e estarão com toda a energia do mundo bem quando você se prepara para pegar no sono. Nos primeiros dias, não há muito o que se fazer quanto a isso.
Mas, quando o bebê tiver por volta de 2 semanas, você pode começar a fazê-lo distinguir o dia da noite.
Quando ele estiver alerta durante o dia, brinque bastante, mantenha a casa bem iluminada e não se preocupe em evitar os barulhos da rotina doméstica, como o telefone ou o aspirador de pó, mesmo que ele esteja dormindo. Se ele costuma dormir durante todas mamadas, acorde-o em algumas.
Caso ele resolva dormir quatro horas ou mais direto, de dia, não hesite em acordá-lo, para que "sobre" mais sono para o período noturno. À noite, tente não fazer gracinhas quando for ao quarto dele. Acenda o mínimo de luzes e faça pouco barulho. Assim, aos poucos, ele entenderá que a noite foi feita para dormir.
Deixe que o bebê adormeça por conta própria.
Quando ele tiver por volta de 6 a 8 semanas, tente deixar o bebê adormecer sozinho. Coloque-o no berço quando ele parecer cansado, mas ainda estiver acordado. Dessa forma, ele vai aprender a fazer a transição sem que você tenha que ficar balançando de um lado para o outro ou passando a mão nas costas dele.
Se desde o começo você acostumar o bebê a dormir sozinho, ele vai aprender esse ritual na hora do sono -- e se você sempre niná-lo é isso que ele sempre vai esperar.
É claro que é uma delícia ninar o bebê, mas a questão é que, quando ele acordar no meio da noite, vai precisar ser ninado de novo, se só conseguir adormecer desse jeito.
Para estabelecer um padrão de sono, é importante seguir a mesma rotina de dormir todos os dias.
Procure substituir hábitos que dependam exclusivamente da sua presença (mamadas, por exemplo) por alguma coisa que esteja ao lado da criança quando ela acordar de repente (um "paninho especial" ou um bonequinho, sempre prestando atenção para não ser nada que ela possa resolver sugar e se engasgar).
O que são esses pontinhos e espinhas no rosto do bebê?
É comum os bebês ficarem com pontinhos brancos e espinhas no rosto, normalmente duas semanas depois de nascer. As lesões ficam no nariz ou no queixo, e são causadas por secreções das glândulas sebáceas. Embora pareçam estar elevadas, ao toque são quase imperceptíveis.
O pico da ocorrência em bebês acontece por volta de 3 semanas, e a miliária vai embora em um mês, um mês e meio no máximo. É um fenômeno tão comum que fotógrafos profissionais já sabem que elas vão aparecer e preferem fotografar bebês depois da quarta semana, quando a pele volta a ficar lisinha.
Alguns bebês chegam a ter espinhas de verdade, parecidas com as da adolescência, mas elas também vão embora quando a criança completa 2 meses.
O pico da ocorrência em bebês acontece por volta de 3 semanas, e a miliária vai embora em um mês, um mês e meio no máximo. É um fenômeno tão comum que fotógrafos profissionais já sabem que elas vão aparecer e preferem fotografar bebês depois da quarta semana, quando a pele volta a ficar lisinha.
Alguns bebês chegam a ter espinhas de verdade, parecidas com as da adolescência, mas elas também vão embora quando a criança completa 2 meses.
O cocô do seu filho: o que é normal e o que não é
O que não é normal?
Diarréia: O cocô fica muito líquido, quase água, e a frequência aumenta. Bebês amamentados no peito correm menos risco de ter diarréia em comparação a bebês que tomam fórmula de leite, porque o leite materno inibe a proliferação dos microorganismos que causam o problema.
Bebês que tomam leite em pó ficam mais sujeitos a infecções, por isso é vitalesterilizar mamadeiras ou copinhos e sempre lavar bem as mãos. A diarréia pode acontecer devido a uma infecção viral ou bacteriana, ao consumo excessivo de frutas ou suco ou como reação a um remédio. A introdução de novos alimentos e aalergia também podem provocar diarréia. Na época em que os dentes nascem, o cocô também pode ficar mais líquido.
Uma diarréia que não melhore sozinha em um ou dois dias indica que há algum tipo de infecção, portanto é necessário procurar o médico.
Prisão de ventre: A constipação verdadeira não é só o bebê ficar todo vermelho, fazendo muita força, quando vai fazer cocô. Entre os sintomas estão extrema dificuldade em defecar, cocô com aspecto de pedrinhas, dor abdominal, enrijecimento da barriga, irritabilidade e às vezes presença de sangue nas fezes, por causa de fissuras anais (pequenas rachaduras na pele do ânus), provocadas pela passagem do cocô ressecado. Bebês que mamam no peito têm menos propensão à prisão de ventre que crianças que tomam fórmula, já que o leite materno funciona como um regulador intestinal.
Sempre consulte o pediatra se seu filho estiver com prisão de ventre, e especialmente se você observar sangue nas fezes. Ele provavelmente orientará você a aumentar a ingestão de líquidos do bebê, e a acrescentar mais fibra na alimentação dele, se ele já estiver comendo outros alimentos (dando mais mamão ou ameixa, por exemplo).
Cocô verde: Se as fezes do bebê estiverem verdes e meio espumosas, é possível que ele esteja recebendo lactose demais. Isso acontece quando a criança mama com frequência no seio, mas não chega a tomar o leite posterior, mais rico em calorias, que vem no fim da mamada. A persistência do cocô verde também pode ser causada pelo fato de o bebê estar mamando demais ou de menos, ou pode indicar a presença de um vírus. Mas pode ser também apenas indicação da variação no tempo de trânsito intestinal, ou seja, não é preocupante se ocorrer uma vez ou outra.
Para evitar que isso aconteça, deixe que o bebê esvazie bem um seio antes de oferecer o outro. Se o cocô continuar bem verde por mais de 24 horas, converse com o pediatra para tentar descobrir a fonte do problema. Pode ser uma sensibilidade a algum alimento ou a um remédio, ou então serão necessários ajustes na rotina de amamentação.
Sangue nas fezes: Traços de sangue no cocô do seu bebê podem aparecer se ele estiver com prisão de ventre, e a passagem das fezes causar fissuras na pele do ânus. Mas sempre consulte o pediatra no caso de encontrar sangue, para descartar qualquer outra possível causa, como a alergia ao leite de vaca (mesmo que o bebê mame apenas no peito, já que a mãe consome o produto).
Bebês que tomam leite em pó ficam mais sujeitos a infecções, por isso é vitalesterilizar mamadeiras ou copinhos e sempre lavar bem as mãos. A diarréia pode acontecer devido a uma infecção viral ou bacteriana, ao consumo excessivo de frutas ou suco ou como reação a um remédio. A introdução de novos alimentos e aalergia também podem provocar diarréia. Na época em que os dentes nascem, o cocô também pode ficar mais líquido.
Uma diarréia que não melhore sozinha em um ou dois dias indica que há algum tipo de infecção, portanto é necessário procurar o médico.
Prisão de ventre: A constipação verdadeira não é só o bebê ficar todo vermelho, fazendo muita força, quando vai fazer cocô. Entre os sintomas estão extrema dificuldade em defecar, cocô com aspecto de pedrinhas, dor abdominal, enrijecimento da barriga, irritabilidade e às vezes presença de sangue nas fezes, por causa de fissuras anais (pequenas rachaduras na pele do ânus), provocadas pela passagem do cocô ressecado. Bebês que mamam no peito têm menos propensão à prisão de ventre que crianças que tomam fórmula, já que o leite materno funciona como um regulador intestinal.
Sempre consulte o pediatra se seu filho estiver com prisão de ventre, e especialmente se você observar sangue nas fezes. Ele provavelmente orientará você a aumentar a ingestão de líquidos do bebê, e a acrescentar mais fibra na alimentação dele, se ele já estiver comendo outros alimentos (dando mais mamão ou ameixa, por exemplo).
Cocô verde: Se as fezes do bebê estiverem verdes e meio espumosas, é possível que ele esteja recebendo lactose demais. Isso acontece quando a criança mama com frequência no seio, mas não chega a tomar o leite posterior, mais rico em calorias, que vem no fim da mamada. A persistência do cocô verde também pode ser causada pelo fato de o bebê estar mamando demais ou de menos, ou pode indicar a presença de um vírus. Mas pode ser também apenas indicação da variação no tempo de trânsito intestinal, ou seja, não é preocupante se ocorrer uma vez ou outra.
Para evitar que isso aconteça, deixe que o bebê esvazie bem um seio antes de oferecer o outro. Se o cocô continuar bem verde por mais de 24 horas, converse com o pediatra para tentar descobrir a fonte do problema. Pode ser uma sensibilidade a algum alimento ou a um remédio, ou então serão necessários ajustes na rotina de amamentação.
Sangue nas fezes: Traços de sangue no cocô do seu bebê podem aparecer se ele estiver com prisão de ventre, e a passagem das fezes causar fissuras na pele do ânus. Mas sempre consulte o pediatra no caso de encontrar sangue, para descartar qualquer outra possível causa, como a alergia ao leite de vaca (mesmo que o bebê mame apenas no peito, já que a mãe consome o produto).
Recém-nascido a 3 meses
Para muitos pais e mães de primeira viagem, um recém-nascido pode até parecer nada mais que uma máquina de fazer cocô e de chorar. No máximo, uma criaturinha que passa a maior parte do tempo deitada inerte. Então não tem jeito mesmo de se conectar a esse ser e até se divertir com ele?
Tem sim. A melhor estratégia para isso é aguçar os sentidos do seu filho: através do toque, da visão (lembrando que ele ainda não enxerga muito bem), do olfato e da audição. O paladar fica para um pouco mais tarde, quando a variedade de sabores entrar na vida dele.
Observação: Seja paciente e contenha suas expectativas, porque poderá levar um tempinho para o bebê responder a seus estímulos, se responder. O máximo que você pode fazer é continuar tentando ou esperar para que ele esteja um pouco mais acordado para querer brincar.
Dois pra lá, dois pra cá
Naquele finalzinho de tarde melancólico, em que ele invariavelmente abre o berreiro, sempre na mesma hora, como se fosse relógio, experimente colocar uma música bem gostosa (só não exagere nas batidas e no volume), segurá-lo nos seus braços e dançar juntinho pela casa.
Vá com calma e comece com movimentos mais suaves, não se esquecendo de apoiar o pescoço do neném e de não sacudi-lo. Quando seus braços cansarem, deite o bebê de modo que possa acompanhar você e mantenha os passos.
Movimentos exagerados e engraçados, como rebolar ou balançar braços para cima e para baixo, são especialmente cativantes para crianças pequenas.
Olha que legal!
A maior parte das brincadeiras desta fase consiste em mostrar coisas para o seu filho. Vale qualquer objeto da casa que não corte, queime ou possa ser engolido. Bebês adoram colheres, espátulas, tampas, embalagens de margarina ou xampu vazias e lavadas, almofadas aveludadas, caixinhas de presente e paninhos.
Tenha uma "caixa secreta" de itens interessantes por perto para, de repente, tirar alguma surpresa de lá como se fosse mágica. Segure o objeto a cerca de 30 centímetros de distância do bebê e encare-o com encantamento para mostrar como isso funciona para seu filho. "Nossa, olha que incrível como essa caixa abre e fecha!".
No que diz respeito a livros, não espere que uma criança tão pequena realmente entenda do que se tratam. Mas o ritmo da sua voz e a sua companhia, além de estímulos visuais, costumam ser apreciados pelos pequenininhos. Você vai saber se ele está gostando da atividade se ficar atento e quietinho enquanto você vira páginas e aponta para formas e ilustrações coloridas.
Os bebês não costumam prestar atenção por muito tempo e quando ficam um pouco mais velhos começam a pegar os livros da sua mão e fechá-los. Não estranhe, porque isso faz parte do desenvolvimento. O que conta para eles é a interação com você, não a história em si.
O que é isso em cima da minha cabeça?
Você logo vai perceber como dá para se divertir achando tesouros na sua própria casa, sem ter que sair por aí gastando dinheiro. Veja a seguir três ideias para começar:
• amarre ou cole fitas ou tecido em uma colher de pau e suavemente passe por cima e na frente do rosto do bebê.
• pegue um lenço mais sedoso e balance-o pelo ar, deixando-o pousar na cabeça do bebê.
• enrole um brinquedo pequeno em um daqueles elásticos mais molinhos e lance-o para baixo e de volta às suas mãos, como se fosse ioiô, falando "Boing! Boing!" toda vez que descer.
Observação: Nunca deixe uma criança sozinha com fitas e laços, porque eles podem facilmente ficar enrolados no pescoço ou ser colocados na boca.
Solte a voz
A sua voz é um susto? Não tem o menor problema, porque seu filho não sabe disso e tudo que sai da sua boca é música para os ouvidos dele.
Caso ainda não tenha feito isso, é hora de reaprender alguns clássicos do repertório infantil, como "Boi, boi, boi, boi da cara preta…", "Ciranda, cirandinha…", "Como pode um peixe vivo viver fora…", "A canoa virou…" e "A dona aranha subiu pela parede…". Se não conseguir se lembrar das letras, faça uma busca na Internet.
Procure fazer vozes diferentes, mudar o tom, cantar mais baixinho e, de repente, mais alto, incluir o nome do bebê na música. Acrescente objetos ao número musical, como um fantoche ou até uma meia colocada em cima da sua mão fechada.
Pode ser que a princípio tudo pareça meio bobo, mas, à medida que você perceber o quanto seu filho gosta de ouvir você cantar, isso passa. A verdade é: acostume-se a cantar, porque a música tende a ser parte essencial da infância e do aprendizado das crianças.
Tem sim. A melhor estratégia para isso é aguçar os sentidos do seu filho: através do toque, da visão (lembrando que ele ainda não enxerga muito bem), do olfato e da audição. O paladar fica para um pouco mais tarde, quando a variedade de sabores entrar na vida dele.
Observação: Seja paciente e contenha suas expectativas, porque poderá levar um tempinho para o bebê responder a seus estímulos, se responder. O máximo que você pode fazer é continuar tentando ou esperar para que ele esteja um pouco mais acordado para querer brincar.
Dois pra lá, dois pra cá
Naquele finalzinho de tarde melancólico, em que ele invariavelmente abre o berreiro, sempre na mesma hora, como se fosse relógio, experimente colocar uma música bem gostosa (só não exagere nas batidas e no volume), segurá-lo nos seus braços e dançar juntinho pela casa.
Vá com calma e comece com movimentos mais suaves, não se esquecendo de apoiar o pescoço do neném e de não sacudi-lo. Quando seus braços cansarem, deite o bebê de modo que possa acompanhar você e mantenha os passos.
Movimentos exagerados e engraçados, como rebolar ou balançar braços para cima e para baixo, são especialmente cativantes para crianças pequenas.
Olha que legal!
A maior parte das brincadeiras desta fase consiste em mostrar coisas para o seu filho. Vale qualquer objeto da casa que não corte, queime ou possa ser engolido. Bebês adoram colheres, espátulas, tampas, embalagens de margarina ou xampu vazias e lavadas, almofadas aveludadas, caixinhas de presente e paninhos.
Tenha uma "caixa secreta" de itens interessantes por perto para, de repente, tirar alguma surpresa de lá como se fosse mágica. Segure o objeto a cerca de 30 centímetros de distância do bebê e encare-o com encantamento para mostrar como isso funciona para seu filho. "Nossa, olha que incrível como essa caixa abre e fecha!".
No que diz respeito a livros, não espere que uma criança tão pequena realmente entenda do que se tratam. Mas o ritmo da sua voz e a sua companhia, além de estímulos visuais, costumam ser apreciados pelos pequenininhos. Você vai saber se ele está gostando da atividade se ficar atento e quietinho enquanto você vira páginas e aponta para formas e ilustrações coloridas.
Os bebês não costumam prestar atenção por muito tempo e quando ficam um pouco mais velhos começam a pegar os livros da sua mão e fechá-los. Não estranhe, porque isso faz parte do desenvolvimento. O que conta para eles é a interação com você, não a história em si.
O que é isso em cima da minha cabeça?
Você logo vai perceber como dá para se divertir achando tesouros na sua própria casa, sem ter que sair por aí gastando dinheiro. Veja a seguir três ideias para começar:
• amarre ou cole fitas ou tecido em uma colher de pau e suavemente passe por cima e na frente do rosto do bebê.
• pegue um lenço mais sedoso e balance-o pelo ar, deixando-o pousar na cabeça do bebê.
• enrole um brinquedo pequeno em um daqueles elásticos mais molinhos e lance-o para baixo e de volta às suas mãos, como se fosse ioiô, falando "Boing! Boing!" toda vez que descer.
Observação: Nunca deixe uma criança sozinha com fitas e laços, porque eles podem facilmente ficar enrolados no pescoço ou ser colocados na boca.
Solte a voz
A sua voz é um susto? Não tem o menor problema, porque seu filho não sabe disso e tudo que sai da sua boca é música para os ouvidos dele.
Caso ainda não tenha feito isso, é hora de reaprender alguns clássicos do repertório infantil, como "Boi, boi, boi, boi da cara preta…", "Ciranda, cirandinha…", "Como pode um peixe vivo viver fora…", "A canoa virou…" e "A dona aranha subiu pela parede…". Se não conseguir se lembrar das letras, faça uma busca na Internet.
Procure fazer vozes diferentes, mudar o tom, cantar mais baixinho e, de repente, mais alto, incluir o nome do bebê na música. Acrescente objetos ao número musical, como um fantoche ou até uma meia colocada em cima da sua mão fechada.
Pode ser que a princípio tudo pareça meio bobo, mas, à medida que você perceber o quanto seu filho gosta de ouvir você cantar, isso passa. A verdade é: acostume-se a cantar, porque a música tende a ser parte essencial da infância e do aprendizado das crianças.
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É verdade que, se falarmos para o bebê novinho tudo que estamos fazendo, ele fica mais confiante e tranquilo?
Pesquisadores já observaram crianças que não balbuciavam nada por volta dos 6 meses, como é normal, simplesmente porque não havia ninguém conversando com o bebê no dia-a-dia. Cada vez mais, os estudos demonstram que os bebês mais novinhos demonstram compreensão maior do que imaginamos. Fica difícil avaliar com exatidão o grau e a precisão da sua compreensão.
Quando explicamos para o bebê, em voz alta, tudo o que estamos fazendo e o que vai acontecer, de forma repetitiva e serena, estamos estimulando sua percepção. Desta maneira, é possível que estejamos gerando algum grau de compreensão por parte dos bebês, tornando-os mais tranquilos e confiantes.
O som e o ritmo da voz da mãe ou do pai servem para o bebê começar a se acostumar com a linguagem. A aquisição de vocabulário (novas palavras) também acontece desde muito cedo, por isso vale a pena conversar sempre com a criança, desde os primeiros dias.
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