sábado, 7 de abril de 2012

Cuidados com os dentinhos
Os dentinhos do bebêHouve um tempo em que ninguém se preocupava com a saúde bucal das crianças, pois havia uma crença forte de que não era preciso tratar os dentes de leite, já que eles iriam cair e os permanentes viriam saudáveis depois. Mas a medicina provou o contrário e hoje se destaca a importância de se tratar da higiene bucal mesmo antes do nascimento dos dentinhos. E para ajudar você a cuidar melhor da saúde dos dentinhos do seu bebê, o Guia do Bebê criou esta seção exclusiva para tratar do assunto. Leia tudo com atenção e esclareça as dúvidas com o dentista do seu bebê. 

Sopa de aveia

AVISOS IMPORTANTES
O MINISTÉRIO DA SAÚDE INFORMA:
O aleitamento materno evita infecções e alergias e é recomendado até os 2 (dois) anos de idade ou mais.
Após os 6 (seis) meses de idade continue amamentando seu filho e ofereça novos alimentos.
O Guia do Bebê informa:
Nenhuma receita aqui apresentada substitui o leite materno. Portanto, mesmo oferecendo esses alimentos, aqui sugeridos, ao seu bebê, continue amamentado-o pelo menos até os 2 (dois) anos de idade.
Sopa de aveia
Ingredientes
- 1 cenoura média
- 1 mandioquinha média
- 1 xícara (chá) de caldo de frango
- 1 colher (sobremesa) de margarina
- 1 colher (sobremesa) de cebola picada
- 2 colheres (sopa) de farinha de aveia
- 1 colher (sopa) de salsinha picada
- uma pitada de sal.
Modo de fazer
Cozinhe a cenoura e a mandioquinha em um pouco de água. Amasse os legumes com o garfo e acrescente o caldo de frango, a cebola e o sal. Leve ao fogo baixo e acrescente a aveia, a margarina e a salsinha. Mexa bem até ferver.
Atenção!
Fica a critério do seu pediatra a consistência da papinha que deve ser oferecida ao bebê bem como o seu processamento final. Ou seja, se os alimentos serão passados em peneira, amassadinhos ou em grãos.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Marcos de desenvolvimento: Fala

Escrito para o BabyCenter Brasil

A fala

Seu bebê vai aprender aos poucos a usar palavras para descrever o que vê, ouve, sente e pensa na medida em que completa saltos de desenvolvimento mental, emocional e comportamental. Os pesquisadores agora sabem que, muito antes de um bebê murmurar sua primeira palavra, ele aprende as regras da linguagem e percebe como os adultos a usam para se comunicar.

Quando se desenvolve

As crianças aprendem a falar durante os dois primeiros anos de vida. Seu bebê começará usando a língua, os lábios, o céu da boca e qualquer dente que esteja aparecendo para produzir sons ("os" e "as" no primeiro ou no segundo mês; os murmúrios começam pouco depois).

Logo, esses sons se tornam palavras de verdade (um "mamã" ou um "papá" pode escapar sem querer entre os 4 e os 5 meses, levando lágrimas aos seus olhos -- quem se importa se foi intencional ou não?). A partir daí, seu bebê vai aprender mais palavras com você, com seu parceiro e com quem mais estiver perto dele. Entre 1 e 2 anos, ele começará a formar frases com duas ou três palavras.

Como se desenvolve

O choro do seu filho ao nascer é a primeira incursão que ele faz no mundo da linguagem. Naquele momento, ele expressa o choque de sair do confinamento gostoso do útero e de estar em um lugar desconhecido. A partir de então, vai absorvendo os sons, os tons e as palavras que moldarão a forma com que ele vai falar.

A fala está ligada de forma direta à audição. Quando ouve as outras pessoas conversarem, o bebê aprende os sons das palavras e como as frases são estruturadas. De fato, muitos pesquisadores acreditam que o trabalho de compreender a linguagem começa enquanto o bebê está no útero.

Assim como antes de nascer o bebê se acostuma ao compasso dos batimentos do seu coração, ele entra em sintonia com o som da sua voz. Dias após o nascimento, é capaz de discernir a sua voz das dos demais.

De 1 a 3 meses
A primeira forma de comunicação do seu filho é o choro. Um grito agudo pode significar fome, enquanto choramingos curtos e repetidos podem assinalar a necessidade de trocar a fralda. Depois de algum tempo, o pai e a mãe aprendem a reconhecer os diferentes tipos de choro, para atender melhor às necessidades da criança. Dá para distinguir o choro de cólica do choro de fome, por exemplo.

À medida que o bebê cresce, vai desenvolvendo um repertório delicioso de gorgolejos, suspiros e arrulhos, tornando-se uma minifábrica de som. Sobre a capacidade de entender a linguagem, os linguistas dizem que os bebês de até 4 semanas são capazes de fazer a distinção entre sílabas similares, como "ma" e "na".

Quatro meses
Neste ponto, seu filho vai começar a balbuciar, combinando consoantes e vogais (como "dadá" ou "babá". Os primeiros "mama/ã" e "papá" podem escapar aqui e ali, e embora certamente façam você e seu companheiro se derreterem todos, não significam que o bebê já relacione direito as palavras a vocês. Isso vem depois, quando ele estiver com quase um ano.

As tentativas dele de falar vão parecer um jorro de monólogos em outra língua qualquer, infindáveis torrentes de palavras. A vocalização é uma brincadeira para a criança, que faz experiências usando a língua, os dentes, o céu da boca e as cordas vocais para produzir todo tipo de sons engraçados. Ela se diverte quando descobre que é ela quem faz tudo aquilo, fica estimulada a repeti-los e a procurar novos barulhos.

Nesse estágio, os balbucios têm os mesmos sons, não importa se a família do bebê fale português, inglês, francês ou japonês em casa. É possível perceber uma preferência da criança por determinados sons ("ca", "da" ou "auá", por exemplo), repetidos por ele sem cessar porque ele gosta do jeito como soam e da sensação na boca que eles produzem quando são pronunciados.

De 6 a 9 meses
Quando a criança balbucia e emite sons, eles até parecem fazer algum sentido. Isso ocorre porque ela passa a usar tons e padrões similares aos que você usa. Estimule o seu bebê a balbuciar lendo para ele, cantando e conversando.

De 1 ano a 1 ano e 5 meses
Ele usa uma ou mais palavras e sabe o que elas significam. Pratica até mesmo a inflexão, elevando o tom ao fazer uma pergunta, como "co-lo?", quando quiser ser carregado, por exemplo. A criança percebe a importância da fala e o enorme poder que representa o fato de ser capaz de expressar suas necessidades.

De 1 ano e meio a 2 anos
O vocabulário pode incluir até 200 palavras, muitas delas nomes. Entre 1 ano e meio e 1 ano e 8 meses, as crianças aprendem uma média de dez ou mais palavras por dia. Algumas aprendem palavras novas a cada 90 minutos, uma média impressionante. Cuidado, portanto, com o que diz na frente do seu filho! Ele vai também juntar duas palavras, formando frases básicas como "É meu" (bem típica do comportamento possessivo dessa fase!).

Aos 2 anos, usará frases com três palavras e cantará canções simples. O senso de identidade dele vai amadurecer e ele começará a falar sobre si -- do que gosta e do que não gosta, o que pensa e sente. Os pronomes podem confundi-lo e é possível que você o pegue dizendo "nenê fez", em vez de "eu fiz".

De 2 a 3 anos
A criança terá um pouco de dificuldade para empregar o volume apropriado para falar, mas logo aprenderá. Também começará a desvendar os macetes dos pronomes, como "eu" e "você". Entre 2 e 3 anos, seu vocabulário aumentará para até 300 palavras. Ela usará nomes e verbos juntos para formar frases completas, embora simples, como "Eu quero agora".

Quando fizer 3 anos, seu filho usará a fala com mais sofisticação. Será capaz de manter uma conversa e ajustar o tom, os padrões de fala e o vocabulário ao parceiro da conversação. Usará, por exemplo, palavras mais simples com outras crianças, mas será mais sofisticado com você. É possível que você já entenda tudo o que ele diz.

A maioria das crianças nessa idade é fluente ao dizer o nome e a idade, e responde prontamente a uma pergunta. Nesse estágio, você pode corrigir eventuais palavras ou concordâncias simples ditas pela criança, de preferência repetindo a frase ou palavra do modo correto, sem advertir seu filho por ter falado "errado".

O que vem pela frente

À medida que seu filho cresce, ele fica mais tagarela. Você mal vai se lembrar da época em que ele não falava e vai se divertir ouvindo sobre os trabalhos que ele fez na escola, sobre o que a amiguinha Sabrina comeu no almoço, o que ele acha da madrasta da Cinderela e qualquer outra coisa que ocupe a mente dele. Ele também começará a lidar com a habilidade mais complexa da escrita.

O que você pode fazer

É simples: converse com seu filho. Pesquisas mostraram que crianças cujos pais falavam bastante com elas na primeira infância tinham um QI significativamente maior que o das outras crianças. O vocabulário delas também se mostrou mais rico que o de crianças que não receberam muito estímulo verbal. Você pode começar já na gravidez, de forma que o bebê se acostume com o som da sua voz, o que já pode ir estimulando conexões no cérebro dele.

Leia um livro em voz alta ou cante para o bebê enquanto estiver no banho. Tudo bem, é possível que você se sinta estranha fazendo isso. Se for o seu caso, não precisa ficar culpada, ele já ouvirá bastante a sua voz quando você falar com outras pessoas.

Quando o bebê nascer, converse enquanto estiver trocando a fralda, dando de mamar ou dando banho, e dê um tempo para que ele responda com um sorriso ou olhando nos seus olhos. Um bom jeito de começar é simplesmente descrever o que você está fazendo: "Agora a mamãe vai colocar você na água quentinha (e assim por diante)". Por volta dos 5 meses, você poderá perceber que ele presta atenção aos movimentos da sua boca. Continue falando e em breve ele começará a tentar conversar também.

É impossível não usar um certo "tatibitate" ao falar com o bebê, e ele tem lá sua função afetiva, mas procure usar também frases reais, no mesmo tom de voz e com o mesmo vocabulário que usaria com um adulto. Seu filho só aprenderá a falar se você ensiná-la a fazer isso. Não há motivo para evitar o uso de palavras complicadas. Embora talvez precise simplificar a forma como fala para que seu filho compreenda o que você quer dizer, a melhor maneira de ele aumentar o vocabulário é escutando você usando novas palavras.

Ler é uma ótima forma de ajudar a desenvolver as habilidades de linguagem do seu filho. Os bebês vão adorar o som da sua voz, as crianças maiorzinhas vão aproveitar as histórias e mais tarde podem até mesmo interrompê-las para dizer o que está acontecendo ou dar algum palpite.

Quando se preocupar

Bebês com problemas de audição param de balbuciar por volta dos 6 meses. Se o seu não emite nenhum som (nem mesmo tenta fazê-lo) nem olha nos seus olhos, consulte seu médico. Embora algumas crianças comecem a formar palavras com 9 meses, muitas vão fazer isso só depois do primeiro aniversário, até 1 ano e 3 meses.

Se o seu filho ainda não fala nenhuma palavra com essa idade, ou você ainda não consegue entender nenhuma palavra do que ele diz, converse sobre o assunto com o pediatra. Só ele poderá fazer uma avaliação individualizada, de acordo com as características do seu filho.

Se até os 3 anos seu filho continuar a comer consoantes (dizendo "asa" para "casa", por exemplo) ou a substituir um som ou uma sílaba por outra (dizendo "papato" em vez de "sapato", por exemplo), vale a pena conversar com o pediatra, que, dependendo do caso, pode recomendar uma avaliação fonoaudiológica.

O profissional da área poderá orientá-la para fazer exercícios em casa ou indicar uma terapia. Às vezes pequenas atitudes, como chamar a atenção para o som errado repetindo a palavra corretamente, já são suficientes para obter bons resultados. Se seu filho disser: "Qué pô o papato", você pode responder: "Ah, você quer pôr o sapato?"

Todas as crianças pequenas gaguejam de vez em quando. Pode ser que estejam aceleradas demais pela vontade de contar o que se passa por sua cabeça que não consigam escolher as palavras certas na hora. A velocidade do raciocínio acaba sendo maior do que a mecânica da fala. Deixe a criança terminar a frase sozinha, sem interrompê-la para ajudar. Apesar de sua intenção ser das melhores, a interrupção poderá soar como um desestímulo.

A maioria das gagueiras é transitória, e muitas vezes aparece num momento de ansiedade, como perto do aniversário, do início das aulas ou da chegada de um irmãozinho.

Uma gagueira persistente, no entanto, deve ser avaliada por um profissional fonoaudiólogo. A criança em geral faz mais progressos se for avaliada entre 6 e 12 meses após se notar pela primeira vez a gagueira, independentemente da idade. Você também pode pedir ao pediatra a indicação de um especialista.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Quer ter um bebê que não dê trabalho?

Gente olha que coisa mais linda, eu compraria todas, sou apaixonada por bonecas *-*   Fiquei com vontade de mandar fazer um boneco identico ao Mitchell pra guardar pra sempre como ele era quando bebê ...

 

Arte Reborn: Bebês quase reais!

Olhando assim da uma vontade de ter um guti guti desses…… eles não parecem bebês de verdade meninas?
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A dona dessa obra prima é a carioca Camila Eid, que em 2006 descobriu que existia uma arte nos Estados Unidos e Europa, que transformava bonecas em bebês quase reais e que essa arte estava começando a ser divulgada e executada aqui no Brasil. Resolveu fazer um curso de técnicas avançadas e hoje cria os bebês reborns com verdadeira paixão e perfeição. Alguns anos atrás eu simplesmente me apaixonei por um bebê reborn, quando uma amiga segurava um no colo um que tinha trazido dos Estados Unidos – genteee, é uma coisa impressionante!! quando você segura no colo da até medinho, ele é todo molinho e suave que nem um recém nascido, e os detalhes como; a babinha, brotoejas e ruguinhas são impressionante!! tem como não amar?
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Segundo Camila, uma das características mais interessantes é a cabecinha que tomba para os lados, como a de um bebê de verdade, que ainda não suporta o peso da própria cabeça e a mãe precisa segurar com todo cuidado. Owwwnnn!! Se quiser conhecer mais sobre a artista, ou até mesmo fazer a encomenda do seu pimpolho ( vai treinandoo) é só curtir a página da Camila Eidi no facebook, ou acessar o BLOG dela que tem fotos e detalhes. Os babys custam em média R$ 1.200,00, e não acho caro não, dada a qualidade do material e a perfeição do trabalho de Camila em fazer essa obra prima que é praticamente exclusiva e limitada ( você não vê qualquer pessoa fazendo isso não)… vale a pena!
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quarta-feira, 7 de março de 2012

texto lindo que o Pimenta escreveu, copiei do blog dele . ( http://xpro-lifex.blogspot.com/)

A VERDADE SOBRE O ABORTO

Conceber uma vida. Dom, e dos mais preciosos do mundo!
Gerar uma vida, um ser assim vivo assim como nós. Aquela criatura, ainda feto, é capaz de responder à tantos estímulos externos, reconhecer as vozes dos pais, se inquietar com música e outros sons. É vida!
Então me questiono: como ainda há coragem para realizar aborto, matar esta semente brotando em seu interior?
Ninguém deveria ter o direito de matar, acabar com outra vida - seja ela um feto, um humano adulto, um animal ou mesmo a Natureza, a Terra.
Aborto não é um "direito" dos pais, assim como assassinar não é um "direito" de assassinos, molestar não é um "direito" dos pedófilos, torturar não é um "direito" dos vivissectores, linchar um negro não é um "direito" dos racistas... Não importa o exemplo, a lógica sempre será a mesma: PESSOAS interferindo na vida alheia.
Muitos dos favoráveis ao aborto chamam atenção ao fato de muitas mulheres terem morrido em operações ilegais, clamando, por isso, pela legalização do procedimento. Mas, será que estes imaginam quantas inúmeras outras mulheres morrema nestes ditos "procedimentos médicos seguros e LEGAIS"? E em relação ao trauma pós-aborto? E as seqüelas (físicas e mentais)? Sendo assim, também deveríamos legalizar qualquer outro método clandestino, os quais também matam e também deixam seqüelas? Não, legalizar não é a solução!

Acredito que estes, favoráveis ao assassinato, deveriam então assumir responsabilidades para com mulheres seqüeladas e mortas em procedimentos legais, ou, no mínimo, conceder amparo, na dor do arrependimento.
Cerca de 90% das mulheres que se submetem ao aborto sofrem de depressão, angústia de ter perdido um filho, e de males físicos decorrentes do procedimento.

Uma vida programada para vir ao mundo para somar é subtraída por motivos como conveniência, falta de condições ou mesmo pela falta de idade e responsabilidade. Todos motivos banais e egoístas que se juntam à falta de coerência daqueles que apoiam a causa.
O que precisamos é de educação. Ou você acha que, legalizando o aborto, uma garota de 15 anos demasiadamente irresponsável, ou mesmo ignorante (ou ambos), fará a escolha correta sobre o destino do filho? E as milhares de famílias miseráveis que não tem condições de criar filhos mas que continuam se reproduzindo por não ter tampouco responsabilidade para se precaverem, aborto seria mesmo a solução? Acredita mesmo que estas pessoas e tantas outras com menos acesso à informação estariam ao menos cientes dos riscos de saúde que correm ao se submeterem ao procedimento? Esta não é uma questão de escolha. É uma questão de interesses então!
E você que acredita estar sendo justo, rasoável defendendo os direitos das mulheres, defendendo a liberdade, saiba que nós nascemos livres, não adquirimos libertação ao longo dos anos - muito ao contrário! O mundo é que se encarrega de nos aprisionar. O HOMEM se encarrega de criar cárceres convenientes às suas necessidades. Então, sejamos coerentes. Não privemos vidas de sua liberdade mesmo que estas ainda não sejam conscientes.
E, ao contrário do que você acredita, a maioria das pessoas envolvidas com "movimentos" anti-aborto são MULHERES.
Deixar que a sociedade decida, ESCOLHA entre abortar ou não é deixar o destino de vidas nas mãos de um mundo imoral e irresponsável por seus próprios atos.
Precisamos de transformação. Um mundo onde o homem não se veja na necessidade de transar para ser homem, onde as mulheres não sejam ensinadas de que seu papel na sociedade é satisfazer o desejo masculino. E não, esta não é uma questão de se relacionar apenas para reprodução. O que estou dizendo é que deve-se haver um equilíbrio, responsabilidade.
E à você, PRO-CHOICE, eu só peço que se imagine por um minuto e verdadeiramente como um feto. Como é estar à espera da mão do destino? Acredita mesmo no poder da escolha? Tenha responsabilidade em seus atos.

DIGA NÃO AO ABORTO. DIGA NÃO AO ASSASSINATO DE INOCENTES!

Sarou =]

Só pra avisar que ta tudo bem, ele já esta ótimo. Bagunçando muito como sempre hahaha, preciso ir que ele esta ali jogando tudo pro alto. bjos

terça-feira, 6 de março de 2012

formspring.me

Em respeito aos leitores não aceito perguntas desrespeitosas.obrigada. http://www.formspring.me/jullietwelter

sexta-feira, 2 de março de 2012

Doentinho ;(

Estou muito triste pq dias antes do aniversário descobri que o Mitchell está com infecção de urina =/
Bom, tudo começa comigo, ando tendo infecção de urina costantemente e cada vez pior, vou ter que fazer exames serios pra descobrir o porquê disso e ontem á tarde percebi ao trocar a fralda do Mitchell que por dentro estava com uma cor laranja no gel que fica dentro da fraldinha, ele estava á uns dias muito irritado mas estavamos achando que era os dentinhos que estão nascendo e eu estava dando remedinho pra dor (dipirona*) e anestesia na boquinha (nene dent*) , mas quando vi a cor do xixi desesperei, liguei pra minha mãe correndo perguntando o que fazer mas não tem jeito , nesse caso só o médico pode resolver. Então agora ele esta tomando uns remedinhos e segunda vou leva-lo pra fazer uns exames. Estou orando á Deus que não seja greve, que melhore rapido =[
Vou deixar umas coisas que li sobre o assunto pra vcs;

Hematúria (6 meses a 1 ano)
Se está o mudar a fralda e se apercebe que a seu filho tem sangue na urina, consulte de imediato o pediatra, já que poderá significar que o seu filho tem uma infecção urinária.

Causas
As causas para o aparecimento de hematúria (presença de sangue na urina) podem ser variadas, sendo que na maior parte dos casos se trata de uma infecção num dos órgãos do aparelho urinário (infecção urinaria}. O tracto urinado é constituído por vários órgãos e canais como: - Os rins - órgãos responsáveis pela filtragem do sangue e eliminação dos produtos não desejados.
- Os ureteres – canais de ligação dos rins à bexiga
- A bexiga - órgão que armazena a urina até ao momento da sua expulsão - A uretra - canal por onde passa a urina aquando da sua expulsão para o exterior do organismo
As causas podem ainda dever-se a:
- Algum medicamento que a criança esteja a tomar
- Um traumatismo nas costas (rins)
- Um traumatismo na região do baixo abdómen (bexiga)
- Litíase renal ("pedra" no rim)
- Uma doença renal mais grave (hereditária ou adquirida


Diagnostico
Para realizar um diagnóstico efectivo o pediatra poderá prescrever análises à urina e ao sangue, ou ainda realizar uma ecografia aos rins e à bexiga.

Sintomas
O principal sintoma é o aparecimento de sangue na urina, que se poderá apresentar com uma cor avermelhada ou ate mesmo acastanhada. Poderá ainda provocar dores nas costas ou no abdómen.

Tratamento
. Para o pediatra poder prescrever o tratamento, terá de a causa da hematúria, sendo que o tratamento está condicionado aos resultados dos exames. Caso o seu filho apresente algum sinal de sofrer de hematúria, contacte o pediatra. Não se esqueça de comentar com o médico, qualquer contusão ou queda ou traumatismo que, embora pareçam não ter gravidade, possam ter lesionado o seu filho.

Acidentes domésticos e primeiros socorros

Segurança

Por mais que mamãe e papai tomem o maior cuidado e tenham total atenção aos seus filhos, acidentes em casa não são raros, pelo contrário, acontecem e podem custar até a vida dos pequenos.
Os pais devem estar preparados para oferecerem os primeiros cuidados podendo, assim, até salvar a vida das suas preciosidades.
Abaixo, alguns casos comuns de acidentes com crianças que podem acontecer em casa ou na rua, mesmo com a total atenção do adulto:
Um dos acidentes mais freqüentes é a intoxicação. As crianças ingerem principalmente produtos de limpeza, pois muitas mães têm o costume de deixar produtos de limpeza estocados em garrafas de refrigerante, confundindo a criança, que bebe o líquido sem sequer imaginar o risco.
Caso isso aconteça, os pais não devem oferecer nada para a criança beber e não induzir o vômito. A criança tem que ser levada imediatamente ao pronto-socorro e os pais devem levar uma amostra da substância ingerida.
Em caso de queimaduras em crianças, somente coloque o local afetado em água corrente até amenizar a dor. Não estoure as bolhas ou passe pomadas, cremes e pasta de dente como manda o mito. Isso só piora. Procure um médico para os curativos.
Outro acidente comum em casos de crianças sapecas são as fraturas. Se houver uma fratura, não tente “encaixar” o osso no lugar, pode piorar. Imobilize a parte fraturada e não ofereça alimento, pois a criança pode ter que passar por uma cirurgia. Se houver hemorragia, faça uma compressão no local com toalhas ou panos limpos. Leve-a para o hospital ou pronto-socorro.
Cortes – A criança se cortou. E agora? Lave o local com água corrente e tente estancar o sangue com pano limpo. Não coloque remédios ou receitas caseiras, podem infeccionar ou dar alergia, piorando o corte. Leve a criança até um médico que definirá se o corte precisará de sutura (pontos) ou não.
Na hora da brincadeira, a criança caiu do balanço ou da rede e bateu a cabeça. Se estiver sangrando, comprima com pano limpo ou bolsa de gelo. No transporte até o hospital deixe a criança com a cabeça e ombros mais elevados. Fique atenta a fraturas do crânio e hemorragias. Se no período de doze horas após o acidente a criança tiver náuseas, vômitos, dor de cabeça, sonolência, tonturas ou convulsão, leve-a imediatamente ao hospital.
Mas se o problema for convulsão somente, os pais devem realmente segurar a língua da criança para não enrolar? Não necessariamente. O melhor é deitar a criança de lado para que não engasgue com a saliva ou com o vômito se ocorrer. E já que seus músculos estão se contraindo, proteja a criança que pode se machucar. Registre o tempo da crise e procure um médico. Não a medique sem prescrição médica.
Cuidado com objetos pequenos - Outro perigo é a aspiração pela criança de objetos, principalmente aquelas que levam tudo à boca. Se a criança consegue tossir, estimule. A tosse é a melhor forma de expulsão do objeto aspirado. Se a criança já não consegue tossir, respirar ou chorar deixe o tronco mais elevado que a cabeça e leve-a imediatamente ao pronto-socorro.
Existem manobras específicas para esses casos, mas deve ser realizado por pessoas com treinamento. Não tente de maneira alguma retirar o objeto da garganta do seu filho, somente se conseguir visualizá-lo bem.
Dicas
A prevenção é o melhor remédio. Não deixe objetos cortantes, produtos de limpeza ou remédios ao alcance das crianças.
Leve sempre a criança ao médico após algum acidente, somente ele poderá dizer se está tudo bem. Não se desespere. Seu filho precisa da sua calma e agilidade após o acidente.
Não é porque a criança vive permanentemente sob risco que os pais deixarão de oferecer estímulos e brincadeiras teoricamente arriscadas, como futebol, pega-pega, subir em árvores, entre outros. Manter o filho enclausurado trará efeitos ainda piores futuramente.

A importância do brincar

Que adulto não recorda dos velhos tempos de criança, onde as brincadeiras eram ensinadas entre os amigos, vizinhos e promoviam, além de divertimento, a manutenção da saúde e do desenvolvimento psicomotor?
Nos dias de hoje, a preocupação continua sendo a mesma: da criança interagir em grupo e desenvolver-se. Porém, os meios que favorecem esse acontecimento mudaram do lúdico para o supertecnológico. Algumas crianças são assim, passam grande parte do tempo jogando no computador e no vídeo-game, enquanto o playground do prédio está quase vazio e o dia de sol convida para brincar ao ar livre.
Muitos pais devem estar se perguntando: como fazer e por onde começar?
Em diversos livros que tratam do tema desenvolvimento infantil, exemplos são dados, mas não encontramos receitas prontas que indiquem os itens que devemos seguir. O que está ocorrendo, segundo algumas publicações em revistas e jornais, é a numerosa procura por soluções alternativas, onde as crianças possam gastar sua energia.
Um exemplo conhecido é aquele que, quanto mais atividades a criança abranger (inglês, natação entre outras), melhor será seu desempenho. Atividades extras, são extremamente produtivas, todavia não englobam tudo.
Às vezes, as crianças conseguem dar conta de todos os seus afazeres, apenas não possuem tempo para a tarefa principal desta fase, que é o brincar, pois seguem horários até para a diversão.
Ao pensarmos na importância do brincar no desenvolvimento global, encontramos na literatura que o jogo, seja de que tipo for, é o meio natural da criança se auto-expressar, já que detém a oportunidade de libertar seus sentimentos e descontentamentos, através da utilização do brinquedo. Na psicologia esta interação compõem a ludoterapia.
A criança tem dentro de si potencial e este emerge nas situações de sua vida, e nestes momentos, o indivíduo apresenta ao mundo seu ritmo e sua harmonia. E o brinquedo nada mais é do que a linguagem da criança.