sexta-feira, 6 de abril de 2012

Marcos de desenvolvimento: Fala

Escrito para o BabyCenter Brasil

A fala

Seu bebê vai aprender aos poucos a usar palavras para descrever o que vê, ouve, sente e pensa na medida em que completa saltos de desenvolvimento mental, emocional e comportamental. Os pesquisadores agora sabem que, muito antes de um bebê murmurar sua primeira palavra, ele aprende as regras da linguagem e percebe como os adultos a usam para se comunicar.

Quando se desenvolve

As crianças aprendem a falar durante os dois primeiros anos de vida. Seu bebê começará usando a língua, os lábios, o céu da boca e qualquer dente que esteja aparecendo para produzir sons ("os" e "as" no primeiro ou no segundo mês; os murmúrios começam pouco depois).

Logo, esses sons se tornam palavras de verdade (um "mamã" ou um "papá" pode escapar sem querer entre os 4 e os 5 meses, levando lágrimas aos seus olhos -- quem se importa se foi intencional ou não?). A partir daí, seu bebê vai aprender mais palavras com você, com seu parceiro e com quem mais estiver perto dele. Entre 1 e 2 anos, ele começará a formar frases com duas ou três palavras.

Como se desenvolve

O choro do seu filho ao nascer é a primeira incursão que ele faz no mundo da linguagem. Naquele momento, ele expressa o choque de sair do confinamento gostoso do útero e de estar em um lugar desconhecido. A partir de então, vai absorvendo os sons, os tons e as palavras que moldarão a forma com que ele vai falar.

A fala está ligada de forma direta à audição. Quando ouve as outras pessoas conversarem, o bebê aprende os sons das palavras e como as frases são estruturadas. De fato, muitos pesquisadores acreditam que o trabalho de compreender a linguagem começa enquanto o bebê está no útero.

Assim como antes de nascer o bebê se acostuma ao compasso dos batimentos do seu coração, ele entra em sintonia com o som da sua voz. Dias após o nascimento, é capaz de discernir a sua voz das dos demais.

De 1 a 3 meses
A primeira forma de comunicação do seu filho é o choro. Um grito agudo pode significar fome, enquanto choramingos curtos e repetidos podem assinalar a necessidade de trocar a fralda. Depois de algum tempo, o pai e a mãe aprendem a reconhecer os diferentes tipos de choro, para atender melhor às necessidades da criança. Dá para distinguir o choro de cólica do choro de fome, por exemplo.

À medida que o bebê cresce, vai desenvolvendo um repertório delicioso de gorgolejos, suspiros e arrulhos, tornando-se uma minifábrica de som. Sobre a capacidade de entender a linguagem, os linguistas dizem que os bebês de até 4 semanas são capazes de fazer a distinção entre sílabas similares, como "ma" e "na".

Quatro meses
Neste ponto, seu filho vai começar a balbuciar, combinando consoantes e vogais (como "dadá" ou "babá". Os primeiros "mama/ã" e "papá" podem escapar aqui e ali, e embora certamente façam você e seu companheiro se derreterem todos, não significam que o bebê já relacione direito as palavras a vocês. Isso vem depois, quando ele estiver com quase um ano.

As tentativas dele de falar vão parecer um jorro de monólogos em outra língua qualquer, infindáveis torrentes de palavras. A vocalização é uma brincadeira para a criança, que faz experiências usando a língua, os dentes, o céu da boca e as cordas vocais para produzir todo tipo de sons engraçados. Ela se diverte quando descobre que é ela quem faz tudo aquilo, fica estimulada a repeti-los e a procurar novos barulhos.

Nesse estágio, os balbucios têm os mesmos sons, não importa se a família do bebê fale português, inglês, francês ou japonês em casa. É possível perceber uma preferência da criança por determinados sons ("ca", "da" ou "auá", por exemplo), repetidos por ele sem cessar porque ele gosta do jeito como soam e da sensação na boca que eles produzem quando são pronunciados.

De 6 a 9 meses
Quando a criança balbucia e emite sons, eles até parecem fazer algum sentido. Isso ocorre porque ela passa a usar tons e padrões similares aos que você usa. Estimule o seu bebê a balbuciar lendo para ele, cantando e conversando.

De 1 ano a 1 ano e 5 meses
Ele usa uma ou mais palavras e sabe o que elas significam. Pratica até mesmo a inflexão, elevando o tom ao fazer uma pergunta, como "co-lo?", quando quiser ser carregado, por exemplo. A criança percebe a importância da fala e o enorme poder que representa o fato de ser capaz de expressar suas necessidades.

De 1 ano e meio a 2 anos
O vocabulário pode incluir até 200 palavras, muitas delas nomes. Entre 1 ano e meio e 1 ano e 8 meses, as crianças aprendem uma média de dez ou mais palavras por dia. Algumas aprendem palavras novas a cada 90 minutos, uma média impressionante. Cuidado, portanto, com o que diz na frente do seu filho! Ele vai também juntar duas palavras, formando frases básicas como "É meu" (bem típica do comportamento possessivo dessa fase!).

Aos 2 anos, usará frases com três palavras e cantará canções simples. O senso de identidade dele vai amadurecer e ele começará a falar sobre si -- do que gosta e do que não gosta, o que pensa e sente. Os pronomes podem confundi-lo e é possível que você o pegue dizendo "nenê fez", em vez de "eu fiz".

De 2 a 3 anos
A criança terá um pouco de dificuldade para empregar o volume apropriado para falar, mas logo aprenderá. Também começará a desvendar os macetes dos pronomes, como "eu" e "você". Entre 2 e 3 anos, seu vocabulário aumentará para até 300 palavras. Ela usará nomes e verbos juntos para formar frases completas, embora simples, como "Eu quero agora".

Quando fizer 3 anos, seu filho usará a fala com mais sofisticação. Será capaz de manter uma conversa e ajustar o tom, os padrões de fala e o vocabulário ao parceiro da conversação. Usará, por exemplo, palavras mais simples com outras crianças, mas será mais sofisticado com você. É possível que você já entenda tudo o que ele diz.

A maioria das crianças nessa idade é fluente ao dizer o nome e a idade, e responde prontamente a uma pergunta. Nesse estágio, você pode corrigir eventuais palavras ou concordâncias simples ditas pela criança, de preferência repetindo a frase ou palavra do modo correto, sem advertir seu filho por ter falado "errado".

O que vem pela frente

À medida que seu filho cresce, ele fica mais tagarela. Você mal vai se lembrar da época em que ele não falava e vai se divertir ouvindo sobre os trabalhos que ele fez na escola, sobre o que a amiguinha Sabrina comeu no almoço, o que ele acha da madrasta da Cinderela e qualquer outra coisa que ocupe a mente dele. Ele também começará a lidar com a habilidade mais complexa da escrita.

O que você pode fazer

É simples: converse com seu filho. Pesquisas mostraram que crianças cujos pais falavam bastante com elas na primeira infância tinham um QI significativamente maior que o das outras crianças. O vocabulário delas também se mostrou mais rico que o de crianças que não receberam muito estímulo verbal. Você pode começar já na gravidez, de forma que o bebê se acostume com o som da sua voz, o que já pode ir estimulando conexões no cérebro dele.

Leia um livro em voz alta ou cante para o bebê enquanto estiver no banho. Tudo bem, é possível que você se sinta estranha fazendo isso. Se for o seu caso, não precisa ficar culpada, ele já ouvirá bastante a sua voz quando você falar com outras pessoas.

Quando o bebê nascer, converse enquanto estiver trocando a fralda, dando de mamar ou dando banho, e dê um tempo para que ele responda com um sorriso ou olhando nos seus olhos. Um bom jeito de começar é simplesmente descrever o que você está fazendo: "Agora a mamãe vai colocar você na água quentinha (e assim por diante)". Por volta dos 5 meses, você poderá perceber que ele presta atenção aos movimentos da sua boca. Continue falando e em breve ele começará a tentar conversar também.

É impossível não usar um certo "tatibitate" ao falar com o bebê, e ele tem lá sua função afetiva, mas procure usar também frases reais, no mesmo tom de voz e com o mesmo vocabulário que usaria com um adulto. Seu filho só aprenderá a falar se você ensiná-la a fazer isso. Não há motivo para evitar o uso de palavras complicadas. Embora talvez precise simplificar a forma como fala para que seu filho compreenda o que você quer dizer, a melhor maneira de ele aumentar o vocabulário é escutando você usando novas palavras.

Ler é uma ótima forma de ajudar a desenvolver as habilidades de linguagem do seu filho. Os bebês vão adorar o som da sua voz, as crianças maiorzinhas vão aproveitar as histórias e mais tarde podem até mesmo interrompê-las para dizer o que está acontecendo ou dar algum palpite.

Quando se preocupar

Bebês com problemas de audição param de balbuciar por volta dos 6 meses. Se o seu não emite nenhum som (nem mesmo tenta fazê-lo) nem olha nos seus olhos, consulte seu médico. Embora algumas crianças comecem a formar palavras com 9 meses, muitas vão fazer isso só depois do primeiro aniversário, até 1 ano e 3 meses.

Se o seu filho ainda não fala nenhuma palavra com essa idade, ou você ainda não consegue entender nenhuma palavra do que ele diz, converse sobre o assunto com o pediatra. Só ele poderá fazer uma avaliação individualizada, de acordo com as características do seu filho.

Se até os 3 anos seu filho continuar a comer consoantes (dizendo "asa" para "casa", por exemplo) ou a substituir um som ou uma sílaba por outra (dizendo "papato" em vez de "sapato", por exemplo), vale a pena conversar com o pediatra, que, dependendo do caso, pode recomendar uma avaliação fonoaudiológica.

O profissional da área poderá orientá-la para fazer exercícios em casa ou indicar uma terapia. Às vezes pequenas atitudes, como chamar a atenção para o som errado repetindo a palavra corretamente, já são suficientes para obter bons resultados. Se seu filho disser: "Qué pô o papato", você pode responder: "Ah, você quer pôr o sapato?"

Todas as crianças pequenas gaguejam de vez em quando. Pode ser que estejam aceleradas demais pela vontade de contar o que se passa por sua cabeça que não consigam escolher as palavras certas na hora. A velocidade do raciocínio acaba sendo maior do que a mecânica da fala. Deixe a criança terminar a frase sozinha, sem interrompê-la para ajudar. Apesar de sua intenção ser das melhores, a interrupção poderá soar como um desestímulo.

A maioria das gagueiras é transitória, e muitas vezes aparece num momento de ansiedade, como perto do aniversário, do início das aulas ou da chegada de um irmãozinho.

Uma gagueira persistente, no entanto, deve ser avaliada por um profissional fonoaudiólogo. A criança em geral faz mais progressos se for avaliada entre 6 e 12 meses após se notar pela primeira vez a gagueira, independentemente da idade. Você também pode pedir ao pediatra a indicação de um especialista.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Quer ter um bebê que não dê trabalho?

Gente olha que coisa mais linda, eu compraria todas, sou apaixonada por bonecas *-*   Fiquei com vontade de mandar fazer um boneco identico ao Mitchell pra guardar pra sempre como ele era quando bebê ...

 

Arte Reborn: Bebês quase reais!

Olhando assim da uma vontade de ter um guti guti desses…… eles não parecem bebês de verdade meninas?
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A dona dessa obra prima é a carioca Camila Eid, que em 2006 descobriu que existia uma arte nos Estados Unidos e Europa, que transformava bonecas em bebês quase reais e que essa arte estava começando a ser divulgada e executada aqui no Brasil. Resolveu fazer um curso de técnicas avançadas e hoje cria os bebês reborns com verdadeira paixão e perfeição. Alguns anos atrás eu simplesmente me apaixonei por um bebê reborn, quando uma amiga segurava um no colo um que tinha trazido dos Estados Unidos – genteee, é uma coisa impressionante!! quando você segura no colo da até medinho, ele é todo molinho e suave que nem um recém nascido, e os detalhes como; a babinha, brotoejas e ruguinhas são impressionante!! tem como não amar?
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Segundo Camila, uma das características mais interessantes é a cabecinha que tomba para os lados, como a de um bebê de verdade, que ainda não suporta o peso da própria cabeça e a mãe precisa segurar com todo cuidado. Owwwnnn!! Se quiser conhecer mais sobre a artista, ou até mesmo fazer a encomenda do seu pimpolho ( vai treinandoo) é só curtir a página da Camila Eidi no facebook, ou acessar o BLOG dela que tem fotos e detalhes. Os babys custam em média R$ 1.200,00, e não acho caro não, dada a qualidade do material e a perfeição do trabalho de Camila em fazer essa obra prima que é praticamente exclusiva e limitada ( você não vê qualquer pessoa fazendo isso não)… vale a pena!
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quarta-feira, 7 de março de 2012

texto lindo que o Pimenta escreveu, copiei do blog dele . ( http://xpro-lifex.blogspot.com/)

A VERDADE SOBRE O ABORTO

Conceber uma vida. Dom, e dos mais preciosos do mundo!
Gerar uma vida, um ser assim vivo assim como nós. Aquela criatura, ainda feto, é capaz de responder à tantos estímulos externos, reconhecer as vozes dos pais, se inquietar com música e outros sons. É vida!
Então me questiono: como ainda há coragem para realizar aborto, matar esta semente brotando em seu interior?
Ninguém deveria ter o direito de matar, acabar com outra vida - seja ela um feto, um humano adulto, um animal ou mesmo a Natureza, a Terra.
Aborto não é um "direito" dos pais, assim como assassinar não é um "direito" de assassinos, molestar não é um "direito" dos pedófilos, torturar não é um "direito" dos vivissectores, linchar um negro não é um "direito" dos racistas... Não importa o exemplo, a lógica sempre será a mesma: PESSOAS interferindo na vida alheia.
Muitos dos favoráveis ao aborto chamam atenção ao fato de muitas mulheres terem morrido em operações ilegais, clamando, por isso, pela legalização do procedimento. Mas, será que estes imaginam quantas inúmeras outras mulheres morrema nestes ditos "procedimentos médicos seguros e LEGAIS"? E em relação ao trauma pós-aborto? E as seqüelas (físicas e mentais)? Sendo assim, também deveríamos legalizar qualquer outro método clandestino, os quais também matam e também deixam seqüelas? Não, legalizar não é a solução!

Acredito que estes, favoráveis ao assassinato, deveriam então assumir responsabilidades para com mulheres seqüeladas e mortas em procedimentos legais, ou, no mínimo, conceder amparo, na dor do arrependimento.
Cerca de 90% das mulheres que se submetem ao aborto sofrem de depressão, angústia de ter perdido um filho, e de males físicos decorrentes do procedimento.

Uma vida programada para vir ao mundo para somar é subtraída por motivos como conveniência, falta de condições ou mesmo pela falta de idade e responsabilidade. Todos motivos banais e egoístas que se juntam à falta de coerência daqueles que apoiam a causa.
O que precisamos é de educação. Ou você acha que, legalizando o aborto, uma garota de 15 anos demasiadamente irresponsável, ou mesmo ignorante (ou ambos), fará a escolha correta sobre o destino do filho? E as milhares de famílias miseráveis que não tem condições de criar filhos mas que continuam se reproduzindo por não ter tampouco responsabilidade para se precaverem, aborto seria mesmo a solução? Acredita mesmo que estas pessoas e tantas outras com menos acesso à informação estariam ao menos cientes dos riscos de saúde que correm ao se submeterem ao procedimento? Esta não é uma questão de escolha. É uma questão de interesses então!
E você que acredita estar sendo justo, rasoável defendendo os direitos das mulheres, defendendo a liberdade, saiba que nós nascemos livres, não adquirimos libertação ao longo dos anos - muito ao contrário! O mundo é que se encarrega de nos aprisionar. O HOMEM se encarrega de criar cárceres convenientes às suas necessidades. Então, sejamos coerentes. Não privemos vidas de sua liberdade mesmo que estas ainda não sejam conscientes.
E, ao contrário do que você acredita, a maioria das pessoas envolvidas com "movimentos" anti-aborto são MULHERES.
Deixar que a sociedade decida, ESCOLHA entre abortar ou não é deixar o destino de vidas nas mãos de um mundo imoral e irresponsável por seus próprios atos.
Precisamos de transformação. Um mundo onde o homem não se veja na necessidade de transar para ser homem, onde as mulheres não sejam ensinadas de que seu papel na sociedade é satisfazer o desejo masculino. E não, esta não é uma questão de se relacionar apenas para reprodução. O que estou dizendo é que deve-se haver um equilíbrio, responsabilidade.
E à você, PRO-CHOICE, eu só peço que se imagine por um minuto e verdadeiramente como um feto. Como é estar à espera da mão do destino? Acredita mesmo no poder da escolha? Tenha responsabilidade em seus atos.

DIGA NÃO AO ABORTO. DIGA NÃO AO ASSASSINATO DE INOCENTES!

Sarou =]

Só pra avisar que ta tudo bem, ele já esta ótimo. Bagunçando muito como sempre hahaha, preciso ir que ele esta ali jogando tudo pro alto. bjos

terça-feira, 6 de março de 2012

formspring.me

Em respeito aos leitores não aceito perguntas desrespeitosas.obrigada. http://www.formspring.me/jullietwelter

sexta-feira, 2 de março de 2012

Doentinho ;(

Estou muito triste pq dias antes do aniversário descobri que o Mitchell está com infecção de urina =/
Bom, tudo começa comigo, ando tendo infecção de urina costantemente e cada vez pior, vou ter que fazer exames serios pra descobrir o porquê disso e ontem á tarde percebi ao trocar a fralda do Mitchell que por dentro estava com uma cor laranja no gel que fica dentro da fraldinha, ele estava á uns dias muito irritado mas estavamos achando que era os dentinhos que estão nascendo e eu estava dando remedinho pra dor (dipirona*) e anestesia na boquinha (nene dent*) , mas quando vi a cor do xixi desesperei, liguei pra minha mãe correndo perguntando o que fazer mas não tem jeito , nesse caso só o médico pode resolver. Então agora ele esta tomando uns remedinhos e segunda vou leva-lo pra fazer uns exames. Estou orando á Deus que não seja greve, que melhore rapido =[
Vou deixar umas coisas que li sobre o assunto pra vcs;

Hematúria (6 meses a 1 ano)
Se está o mudar a fralda e se apercebe que a seu filho tem sangue na urina, consulte de imediato o pediatra, já que poderá significar que o seu filho tem uma infecção urinária.

Causas
As causas para o aparecimento de hematúria (presença de sangue na urina) podem ser variadas, sendo que na maior parte dos casos se trata de uma infecção num dos órgãos do aparelho urinário (infecção urinaria}. O tracto urinado é constituído por vários órgãos e canais como: - Os rins - órgãos responsáveis pela filtragem do sangue e eliminação dos produtos não desejados.
- Os ureteres – canais de ligação dos rins à bexiga
- A bexiga - órgão que armazena a urina até ao momento da sua expulsão - A uretra - canal por onde passa a urina aquando da sua expulsão para o exterior do organismo
As causas podem ainda dever-se a:
- Algum medicamento que a criança esteja a tomar
- Um traumatismo nas costas (rins)
- Um traumatismo na região do baixo abdómen (bexiga)
- Litíase renal ("pedra" no rim)
- Uma doença renal mais grave (hereditária ou adquirida


Diagnostico
Para realizar um diagnóstico efectivo o pediatra poderá prescrever análises à urina e ao sangue, ou ainda realizar uma ecografia aos rins e à bexiga.

Sintomas
O principal sintoma é o aparecimento de sangue na urina, que se poderá apresentar com uma cor avermelhada ou ate mesmo acastanhada. Poderá ainda provocar dores nas costas ou no abdómen.

Tratamento
. Para o pediatra poder prescrever o tratamento, terá de a causa da hematúria, sendo que o tratamento está condicionado aos resultados dos exames. Caso o seu filho apresente algum sinal de sofrer de hematúria, contacte o pediatra. Não se esqueça de comentar com o médico, qualquer contusão ou queda ou traumatismo que, embora pareçam não ter gravidade, possam ter lesionado o seu filho.

Acidentes domésticos e primeiros socorros

Segurança

Por mais que mamãe e papai tomem o maior cuidado e tenham total atenção aos seus filhos, acidentes em casa não são raros, pelo contrário, acontecem e podem custar até a vida dos pequenos.
Os pais devem estar preparados para oferecerem os primeiros cuidados podendo, assim, até salvar a vida das suas preciosidades.
Abaixo, alguns casos comuns de acidentes com crianças que podem acontecer em casa ou na rua, mesmo com a total atenção do adulto:
Um dos acidentes mais freqüentes é a intoxicação. As crianças ingerem principalmente produtos de limpeza, pois muitas mães têm o costume de deixar produtos de limpeza estocados em garrafas de refrigerante, confundindo a criança, que bebe o líquido sem sequer imaginar o risco.
Caso isso aconteça, os pais não devem oferecer nada para a criança beber e não induzir o vômito. A criança tem que ser levada imediatamente ao pronto-socorro e os pais devem levar uma amostra da substância ingerida.
Em caso de queimaduras em crianças, somente coloque o local afetado em água corrente até amenizar a dor. Não estoure as bolhas ou passe pomadas, cremes e pasta de dente como manda o mito. Isso só piora. Procure um médico para os curativos.
Outro acidente comum em casos de crianças sapecas são as fraturas. Se houver uma fratura, não tente “encaixar” o osso no lugar, pode piorar. Imobilize a parte fraturada e não ofereça alimento, pois a criança pode ter que passar por uma cirurgia. Se houver hemorragia, faça uma compressão no local com toalhas ou panos limpos. Leve-a para o hospital ou pronto-socorro.
Cortes – A criança se cortou. E agora? Lave o local com água corrente e tente estancar o sangue com pano limpo. Não coloque remédios ou receitas caseiras, podem infeccionar ou dar alergia, piorando o corte. Leve a criança até um médico que definirá se o corte precisará de sutura (pontos) ou não.
Na hora da brincadeira, a criança caiu do balanço ou da rede e bateu a cabeça. Se estiver sangrando, comprima com pano limpo ou bolsa de gelo. No transporte até o hospital deixe a criança com a cabeça e ombros mais elevados. Fique atenta a fraturas do crânio e hemorragias. Se no período de doze horas após o acidente a criança tiver náuseas, vômitos, dor de cabeça, sonolência, tonturas ou convulsão, leve-a imediatamente ao hospital.
Mas se o problema for convulsão somente, os pais devem realmente segurar a língua da criança para não enrolar? Não necessariamente. O melhor é deitar a criança de lado para que não engasgue com a saliva ou com o vômito se ocorrer. E já que seus músculos estão se contraindo, proteja a criança que pode se machucar. Registre o tempo da crise e procure um médico. Não a medique sem prescrição médica.
Cuidado com objetos pequenos - Outro perigo é a aspiração pela criança de objetos, principalmente aquelas que levam tudo à boca. Se a criança consegue tossir, estimule. A tosse é a melhor forma de expulsão do objeto aspirado. Se a criança já não consegue tossir, respirar ou chorar deixe o tronco mais elevado que a cabeça e leve-a imediatamente ao pronto-socorro.
Existem manobras específicas para esses casos, mas deve ser realizado por pessoas com treinamento. Não tente de maneira alguma retirar o objeto da garganta do seu filho, somente se conseguir visualizá-lo bem.
Dicas
A prevenção é o melhor remédio. Não deixe objetos cortantes, produtos de limpeza ou remédios ao alcance das crianças.
Leve sempre a criança ao médico após algum acidente, somente ele poderá dizer se está tudo bem. Não se desespere. Seu filho precisa da sua calma e agilidade após o acidente.
Não é porque a criança vive permanentemente sob risco que os pais deixarão de oferecer estímulos e brincadeiras teoricamente arriscadas, como futebol, pega-pega, subir em árvores, entre outros. Manter o filho enclausurado trará efeitos ainda piores futuramente.

A importância do brincar

Que adulto não recorda dos velhos tempos de criança, onde as brincadeiras eram ensinadas entre os amigos, vizinhos e promoviam, além de divertimento, a manutenção da saúde e do desenvolvimento psicomotor?
Nos dias de hoje, a preocupação continua sendo a mesma: da criança interagir em grupo e desenvolver-se. Porém, os meios que favorecem esse acontecimento mudaram do lúdico para o supertecnológico. Algumas crianças são assim, passam grande parte do tempo jogando no computador e no vídeo-game, enquanto o playground do prédio está quase vazio e o dia de sol convida para brincar ao ar livre.
Muitos pais devem estar se perguntando: como fazer e por onde começar?
Em diversos livros que tratam do tema desenvolvimento infantil, exemplos são dados, mas não encontramos receitas prontas que indiquem os itens que devemos seguir. O que está ocorrendo, segundo algumas publicações em revistas e jornais, é a numerosa procura por soluções alternativas, onde as crianças possam gastar sua energia.
Um exemplo conhecido é aquele que, quanto mais atividades a criança abranger (inglês, natação entre outras), melhor será seu desempenho. Atividades extras, são extremamente produtivas, todavia não englobam tudo.
Às vezes, as crianças conseguem dar conta de todos os seus afazeres, apenas não possuem tempo para a tarefa principal desta fase, que é o brincar, pois seguem horários até para a diversão.
Ao pensarmos na importância do brincar no desenvolvimento global, encontramos na literatura que o jogo, seja de que tipo for, é o meio natural da criança se auto-expressar, já que detém a oportunidade de libertar seus sentimentos e descontentamentos, através da utilização do brinquedo. Na psicologia esta interação compõem a ludoterapia.
A criança tem dentro de si potencial e este emerge nas situações de sua vida, e nestes momentos, o indivíduo apresenta ao mundo seu ritmo e sua harmonia. E o brinquedo nada mais é do que a linguagem da criança.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

1 aninho!

 Isso mesmo! Meu Deus como passa rápido .... Domingo dia 04-03 Mitch vai fazer 1 aninho *-* Estamos muito felizes , preparamos uma festinha pra ele, tudo muito simples só pros amigos mais intimos e família , organizamos de última hora, mas acredito que vai ficar contente.
Quem quiser vir, me avise 9569-2348, quem não morar perto mas quiser mandar presentinho por correios é só me pedir que mando endereço.


    ASSUNTO SÉRIO!
 TEM UMA AMIGA MINHA QUE VEIO ME DAR A NOTICIA QUE ESTÁ GRÁVIDA HJ, ENTÃO QUERO ESCLARECER QUE O QUE ESTOU ESCREVENDO AQUI NÃO É PRA VC AMIGA EMBORA ALGUMAS COISAS TB SIRVAM PRA IR SE PREPARANDO...
TER UM FILHO NÃO É BRINCADEIRA!
MENINAS POR MAIS QUE VCS ACHEM OS BEBÊS A COISA COISA MAIS LINDA DO MUNDO, POR MAIS QUE SE SINTAM PREPARADAS PRA SER MÃE E BLA BLA BLA, CUIDADO! TUDO PODE PARECER UM CONTO DE FADAS AOS OLHOS DE QUEM VÊ, MAS VAI MUITO ALÉM DISSO! PRIMEIRO PENSE SE VC TEM CONDICÕES DE SUSTENTAR UMA CRIANÇA (pq vc vai ter que comprar MUITAAAA coisa e coisas de bebês nem sempre são baratas, só no primeiro ano de vida seu bebê vai usar bilhões de fraldas por exemplo). Vc trabalha? Pq se trabalha depois do periodo de Licensa Maternidade vc vai ter que voltar ao trabalho e será obrigada a deixa-lo com alguém e isso não é nada bom pra um bebê que vai querer vc por perto e as vezes não quer deixar de amamentar no peito (y).  QUANDO VC VIRA MÃE VC PASSA A TER MEDO DE TUDO, TEM MEDO DE DEIXAR SEU FILHO COM ALGUÉM, FICA DESESPERADA SE ELE ENGASGA, SE FICAR DOENTE PODE SER QUE VC TENHA QUE PASSAR DIAS NO HOSPITAL, COMPRAR MUITOS REMEDIOS ETC. VC esta preparada psicologicamente pra isso? Vc sabe oq ue fazer se um bebê engasga, se tem febre? Se não para de chorar? Se tem dor de barriga? Ou como vai descobrir o que ele esta sentindo? Vc está preparada pra Pensar o dia todo no que ele precisa, em pagar plano de saúde, está preparada pra sentir as dores do parto? Amamentar seu filho com leite materno quantas mil vezes ele quiser até pelo menso 6 meses de vida dele? Está preparada pra cuidar dele sentindo as dores dos pontos depois que ele nascer ou vai deixar sua mãe fazer isso pra vc? Esta preparada pra acordar cerca de 5 vezes durante a noite pra amamentar ou simplesmente ver se esta tudo bem? Vc tem estrura familiar pra ter um filho? E o pai dele, vc acha que será um pai presente? Vc esta preparada pra isso tudo e MUITO mas MUITO MAIS? Pois se vc pensa em ter um filho , segue um conselho ESTEJA! E mesmo se estiver quando for vc ai sim vai ver como é dificil, ver mães passeando um shopping com seus filhos é realmente lindo mas na pratica não é bem assim, se for fácil pra ela é pq ctz não é bem ela que faz a parte dificil das coisas, como ter que administrar a casa, cuidar das contas, do filho pequeno, da comida e etc... Esteja preparada pra isso minha amiga, sinto te informar que a maioria das meninas jovens que engravidam acabam sem os pais dos bebês antes mesmo do nascimento da criança.Vc pode estar achando muito pesado estar colocando as coisas desse modo mas eu tenho muita pena dos filhos que custumo ver largados por ai enquando as mães querem continuar coma vida que levavam antes de te-los e acham que a vida não acabou. Resumindo quando se é mãe sua antiga vida ACABOU sim minha filha, sinto te informar, mães de verdade não tem muito tempo pra balada, nem namoro, muito menos estudos, por isso se vc esta pensando em arrumar um bebê agora primeiro faça tudo que deseja fazer pq quando nasce um filho nasce também uma mãe e esse bebê vai depender de vc e só de vc, não da vó ou vó ou tia, ninguem tem que cuidar do seu filho pra vc, vc vai ter que assumir seu papel e VIVER apartir de então pra ele e por ele.Se nada disso passa pela sua cabeça, não tenha filhos! O mudno não precisa de mais um filho mal-criado por ai. NUNCA NUNCA DIGA, eu não planejei o bebê, ACONTECEU! Meu Deus acho isso inacreditavel como ainda possa ter gente que diga isso, vc já ouvir falar em ANTI_ CONCEPCIONAL?  TODA MULHER TEM QUE USAR ISSO! Faça me o favor em, se vcs não tem nem responsabilidade de tomar um remedinho todos os dias vão ter capacidade de criar um bebê? Ainda temos mais opções como CAMISINHA ou no último caso vamos falar de pilula DO DIA SEGUINTE, e vc me vem dizer que ACONTECEU com tantas maneiras de se evitar? Meninas pensem e reflitam nisso! Se vc realmente ama mas não está preparada, Não tenha! Por amor á eles! Fica á dica, desculpem o desabafo.
Juliane

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

9 meses!

Já faz um bom tempo que não venho contar as novidades pra vcs né? Vou tentar resumir pq agora tenho pouco tempo...

Mitchell no começo dessa semana deu seus primeiros passinhos e hj já anda por toda casa, o que além de nos deixar bem felizes tb nos deixa preocupados, tire tudo do caminhoooo hahaha, ele quer pegar tudo , correr pra cá e pra lá, nada de ficar em cercadinho mais, está sendo uma festz, além disso, está nascendo seu primeiro dentinho, e isso esta deixando ele um pouco irritado. Estou trabalhando no meu estudio de Tattoo então meu marido abre o estudio na parte da manhã e eu fico com o bebê, arrumo a casa, faço almoço ,dou comidinha pra ele, dou banho no Mitchell e faço ele dormir, ele dorme por cerca de 1hora e minha irmã vem busca-lo pra ficar de babá dele de 14h ás 19h, e então eu vou pro estudio e trabalho lá tatuando nesse horario. O que está sendo uma correria só. Passamos o Natal na casa dos parentes do meu marido e foi muito legal pq Mitchell fica muito feliz ao lado da turminha que tem por lá haha. Vou tentar escrever mais aqui, até a próxima, Feliz Ano Novo pra todos! Jullie.

 

O bebê de 9 meses

Escrito para o BabyCenter Brasil

Quase andando

O bebê está cada vez mais perto de andar de fato. Nesta etapa, ele consegue subir escadas engatinhando e se movimentar de pé apoiando-se em móveis. Há crianças de 9 meses que chegam a dar alguns passinhos, mas ainda com ajuda. O bebê também está aprendendo a dobrar os joelhos e a se sentar depois de já estar de pé (uma operação mais difícil do que se imagina!).

Uma maneira de ajudar seu filho nessas primeiras caminhadas é se posicionar na frente dele, a uma curta distância, com as mãos esticadas encostando nas dele, para que ande na sua direção. Outro bom exercício é usar um daqueles carrinhos em que a criança pode se apoiar e empurrar (fique de olho em modelos que sejam estáveis e tenham uma base de sustentação larga).

Outro equipamento para esta fase é o andador, mas ele provoca polêmica entre os especialistas, pois boa parte deles o considera prejudicial para o desenvolvimento das pernas e dos pés. Se você decidir colocar seu bebê em um, limite o tempo e tome cuidado extra para prevenir acidentes, principalmente quando houver escadas e obstáculos no piso. O andador pode virar e causar ferimentos graves, em especial na cabeça. Não deixe de incentivar seu filho a treinar andar sem o andador.

É indispensável que sua casa seja segura para crianças. Coloque travas em portas de armário que você não queira que sejam abertas, já que os bebês são automaticamente atraídos por esse tipo de coisa.

Sapatos? Ainda não

Muitos pais ficam na dúvida se é hora de pôr sapatos quando os bebês começam a ficar de pé e a se movimentar. A maioria dos especialistas acredita que os sapatos não são necessários até que seu filho esteja passeando na rua com frequência. Andar descalço é algo que não só fortalece o peito do pé e os músculos do pé e da perna do bebê (evitando o pé chato), como pode colaborar para o equilíbrio.

Aprendendo na brincadeira

O bebê já coloca objetos em uma caixa e consegue tirá-los de lá. Para que possa praticar isso, dê a ele um balde de plástico e alguns bloquinhos coloridos (que não sejam pequenos demais para não haver risco de serem engolidos). Nesta fase, as crianças adoram brinquedos com partes removíveis ou com compartimentos que abrem e fecham. Carrinhos que possam ser arrastados de um lado para o outro são divertidos tanto para meninos como para meninas.

Você vai notar que, se tirar um brinquedo do seu filho, ele vai protestar, à medida que aumenta sua habilidade de expressar necessidades e desejo.

Aos 9 meses, cerca de metade das crianças gosta de dar um brinquedo a outra pessoa só para pegá-lo de volta depois. Seja companheira nessas horas de diversão. Tente rolar uma bola no chão para o bebê e veja se ele joga de volta. Com peças que podem ser empilhadas, seu filho terá a opção de colocar uma em cima da outra ou de dar uma delas para você.

Treino para ficar longe dos pais

A ansiedade de separação chega a um pico entre este período e os próximos meses. Embora seja normal que um bebê de 9 meses demonstre forte ligação com você e rejeição a outras pessoas, esse elo pode decepcionar avós e outros parentes. Ajude seu filho a se sentir mais confortável e espere que ele manifeste o interesse de ir no colo de alguém.
Se o seu bebê chupa o dedo ou uma chupeta para se acalmar em situações mais estressantes, não se preocupe. A sucção é uma das únicas maneiras que os bebês conhecem para se tranquilizar.

Viagens

Esta costuma ser uma idade difícil para se viajar com bebês. Crianças pequenas gostam de rotina, algo que tende a ser alterado durante viagens. Se for viajar, esteja preparada para um companheiro possivelmente irritado e, ao mesmo tempo, apegado. Tenha uma série de coisas para distraí-lo durante a jornada, como livrinhos, brinquedos que fazem barulho e, o mais importante, aquele famoso ursinho de pelúcia ou outro objeto de estimação. Se seu filho gosta de chupetas, é bom ter várias à mão, já que elas parecem sumir justo quando você mais precisa.

Compreensão da linguagem

A enxurrada de palavras que o bebê ouve desde o nascimento começa a surtir efeito. Nesta etapa, o entendimento de longe supera a fala, embora os sons do seu filho cada vez mais se assemelhem a palavras de verdade, incluindo aquele esperado "ma-ma". Só não se anime demais, já que essas sílabas provavelmente são só mesmo sons repetidos.

O seu tom de voz ainda faz mais sentido para seu filho do que as palavras em si. Mas, quanto mais você conversar com ele - ao preparar o jantar, no carro ou enquanto se veste --, mais o bebê aprende sobre a dinâmica da comunicação. Um estudo chegou a apontar que um dos maiores fatores para se prever a inteligência futura é medir a quantas palavras uma criança é exposta diariamente. É óbvio que a conversa dos outros ou horas à frente da TV não contam. O que vale para seu filho é ouvir palavras e o uso da língua de forma interativa.

Aos 9 meses, as crianças começam a entender o sentido do "não", só que dificilmente vão obedecer. Ao seu próprio nome, contudo, os bebês respondem sim, olhando em volta ou interrompendo o que estão fazendo para ver quem chamou.

Será que o desenvolvimento do meu filho é normal?

Lembre-se, cada bebê é de um jeito e atinge certos marcos de desenvolvimento físico no seu próprio ritmo. O que apresentamos são apenas referências de etapas que seu filho tem potencial para alcançar -- se não agora, em pouco tempo.

Caso seu filho tenha nascido prematuro, é provável que você observe que ele leva um pouco mais de tempo para fazer as mesmas coisas que outras crianças de idade similar. Não se preocupe, a maioria dos médicos avalia o desenvolvimento de um prematuro conforme a idade corrigida e acompanha seu progresso levando isso em conta.